As aventuras de Diana e Luca no Rio de Janeiro

terça-feira, 29 de março de 2011

Dia 2

Hoje, eu me cansei. Depois de no-ve horas de sono, mesmo com a diferença de fuso, acordei à 8h. Tomei café com croissant no hotel e, pouco antes das 9h, chegava à fila da Sainte Chapelle. Fazia tempo que eu não encarava, o lugar me parece sempre cheio demais. Cedinho nesta terça-feira, estava tranquilo. Admirei, fotografei, admirei um pouco mais e atravessei o rio Sena. Que lindo ver a île Saint Louis, a Notre-Dame, de manhã. Ainda estava frio e passei na BHV para esquentar. (Essa loja de departamento, aliás, é ótima para maridos pois tem desde produtos para jardinagem até ferramentas, eletrônicos, o que precisar em casa!) Do Hotel de Ville (a prefeitura) até o George Pompidou, um passo e uma decepção. Erro básico: não conferi o horário de funcionamento e o museu estava fechado. Snif, snif. O jeito foi pegar a Rue Rambuteau, comer um chocolatinho na Pralus (35 Rambuteau), continuar nos antiquários e lojinhas da Rue Francs Bourgeois e descansar na Place des Vosges. Paris, com sol e temperatura em torno de 15oC, fica com uma energia muito boa. Gente namorando, tocando violâo, vi um pouco de tudo. Aí bateu a fome e, pela Rue Vielle du Temple, cheguei à Rue Debelleyme e conheci o inglesinho mais badaladinho de Paris: a Rose Bakery, indicada pela minha atenta mãe. Trata-se de um Celeiro, para gente descolada, com pressa, com fome de comida saudável e barata (diferentemente do colega carioca). Couvert excelente, quiche divina, saladinha ídem. Desde a apresentação dos pratos, perfeição. Voltei pela Rue des Rosiers, coração judeu da cidade, que cheira a... falafel! (Viva a combinação de temperos na vida!) Ufa, já estão cansados? Eu estava e peguei metrô até a Champs Elisées. Adoro aquela bagunça, aquela Sephora gigante, a H&M, a  varanda do Ladurée, a turistada cheia de sacolas de marca, a gastança louca. Falando nisso, estreei numa área que até então desconhecia: a Avenue Montagne. Eu sei, é ridículo, mas em tantas vezes de Paris, nunca tinha ído. Interessante, o passeio. Vi 90% de turistas, 10% de franceses. Na Chanel, então, eu diria que os "de fora" eram 99% com seus bolsos cheios de dinheiro. :-) Nem fiquei com vergonha de entrar, haha. Mas eu gostei mesmo foi da Céline, que loja fina e elegante! Continuei andando até a Ponte D'Alma de onde fotografei a Torre Eifel. Nesse ponto, eu já estava exausta mesmo e peguei o metrô de volta. Não sem antes experimentar uma bomba de cho-co-la-te da http://www.un-dimanche-a-paris.com/. Agora estou dando um tempinho no quarto, para jantar. Vou testar o Machon d'Henri, aqui ao lado.

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2 Comentários:

Blogger patricia disse...

Cris, que delícia! Fiz até um filmezinho na minha cabeça...... agora não conhecer a Ave. Montaigne.....hummmm não posso acreditar, erro básico!!!!!!!! hahahahah.... bjs

29 de março de 2011 14:36

 
Blogger Mic disse...

Cris, obrigada por me levar pra Paris com você, tá? Estava precisando disso nesse dia tão estressante! Sua cara está ótima! Aproveite! :)

29 de março de 2011 21:07

 

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