Colares-de-arte
Uma amiga presenteou uma amiga que presenteou outra. E agora meu sonho de consumo é ter tempo de visitar a www.luisaherculano.com.br no Jardim Botânico. Bom gosto assim é para poucos, não é?!
As aventuras de Diana e Luca no Rio de Janeiro
Uma amiga presenteou uma amiga que presenteou outra. E agora meu sonho de consumo é ter tempo de visitar a www.luisaherculano.com.br no Jardim Botânico. Bom gosto assim é para poucos, não é?!
1) Diana:
Acho que entre o primeiro e o segundo dia de aula da Diana, eu amadureci. Na sexta-feira, pegamos a van, cruzamos a Lagoa e chegamos meia hora antes do horário da aula. Brinquei um pouquinho com a Di na sala e inventei que uma reunião rápida me aguardava no trabalho. A pequena chorou, mas em seguida acreditou na história e me fez prometer que voltaria o quanto antes. Quando saí, Diana estava entretida com uns brinquedos, no canto dela, sozinha. Não fiquei triste, nem preocupada, respirei fundo e fui me esconder na cantina. Por lá fiquei três horas, louca de vontade de olhar o pátio. Resisti um pouco mais - e o reencontro na hora de pegar a van de volta para casa foi delicioso. Di estava feliz, sorridente, pronta para voltar pra casa. Na van, não quis se sentar comigo. Preferiu a coleguinha de "tlês anos" da sala ao lado. Assim, o segundo dia foi bem melhor do que o primeiro. E o terceiro deve estar sendo um sucesso. Os irmãos foram juntos de van, sem nenhum adulto junto, e até agora não recebi qualquer ligação da escola. Não vejo a hora de falar com ela, pelo telefone. Vai ser show.
Ainda me lembro como se fosse ontem de quando o Luca me ignorou solenemente na adaptação na Park Preschool, de Nova York. Detalhe: sem falar uma única palavra de inglës, aos dois anos. Jamais me esquecerei também de que, na escola atual, o Big Baby chegou de van no primeiro dia, em fevereiro de 2007, sem a minha companhia. Esse é o Luca que conhecemos. A Diana que amamos do mesmo jeito é o oposto. Teve uma adaptação demoradinha na primeira escola, em agosto de 2008. E, parece, vai exigir um pouco mais da gente agora que vai estudar no colégio do irmão.
- Passar um fim de semana casal, sem filhos, na brisa da Bahia, comer bem no Paraíso Tropical, dançar ao som de Akon e Tomate no Festival de Verão, me divertir com amigos baianos;
Eu já perdi as contas de quantos aniversários frequentamos desde que voltamos dos EUA três anos atrás. Casa de festas é o habitat preferido das famílias cariocas, mas recentemente fomos a uma festinha especial, de uma amiga da Diana. No play, com música baixinha, animadores incríveis, verdadeiramente carinhosos com as crianças. A melhor parte, eu até fotografei. Foi quando formou-se um círculo no chão e os convidados ganharam uma massinha mágica para fazer um bolo para a aniversariante. Em seguida, os pais foram chamados. Cada criança deveria ter um adulto por perto, para cuidar das velinhas que transformaram o espaço em um luau de pequenos. Que lindo que ficou. Ninguém se machucou, só amou a experiência. Viva a originalidade - e viva os pequenos detalhes.
Aprendi com uma amiga que o que se faz com amor se ensina fácil. Teatro, para mim, é assim. Eu amo. Em NY, teatro era o meu programa preferido. Por aqui, com as crianças, ver uma peça é uma ótima opção para fugir do calor e se divertir. O Luca achou "Charlie e Lola" meio infantil (!), mas a Diana, ah, não piscou o olho. Eu gostei muito da coragem dos produtores de trazer a encenação caprichadíssima para o Brasil - mas me pergunto se o teatro não deveria ser menor, mais aconchegante. Já Hairspray, outro produto importado, é melhor do que eu esperava. Ganhei dois convites e arrisquei levar a Di. Acertei. Ela amou os números musicais, a maioria. Ficou inquieta nos diálogos, mas acho que direitos civis ainda não é para ela. Bom mesmo é rebolar e dançar como os negros americanos dos anos 60 faziam.
Vocês já compraram seus ingressos?! "Charlie e Lola" estreia hoje, dia 06, no teatro novo do Shopping Rio Sul. Imperdível. Vou trazer Diana e Luca de volta de Passo Fundo para assistirem!
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Eu já fiquei na Pousada Sakay, anos atrás. Não cheguei a conhecer a Yumi, filha dos donos. Mas estou encantada com a menina, depois de ler sobre ela na internet: querida, moderninha, talentosa, bonita. Tragédia num dos lugares mais bonitos do mundo.
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- Mais concentração;
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Os desabafos têm sido frequentes por aqui, me desculpem. É o fim do ano, a tal melancolia. E a novela da vida real. No sábado, por exemplo, acordamos cedo para a competição de judô do Luca. A primeira mais formal, em três anos de prática. O Baby estava desanimado, preferia seguir para Itaipava, onde tínhamos um churrasco da escola. Eu insisti e o pobre perdeu as duas lutas de que participou. A primeira porque estava longe dali, desligado. O vencedor, concentradíssimo, era faixa branca, duas abaixo da do Luca (cinza). A segunda luta, o Baby perdeu para um lutador de uma faixa acima (amarela) porque o menino tinha mesmo mais técnica.
Eu tenho visto pouco a novela das oito. Mas o Manoel Carlos escreve bem demais. Outro dia, a personagem da Barbara Paz disse para a mãe que o que sentia por ela era um amor... inevitável. "Inevitável" soa ainda mais potente, mais bonito, do que "incondicional", eu acho.
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Hoje foi o último dia de aula de Baby Luca. Quando cheguei do trabalho, ele me disse todo feliz que havia passado para a Turma 2. A Turma 2 de hoje corresponde à antiga 1a série, ou seja, a vida acadëmica real começa em 2010: provas, notas, avaliações sistemáticas. Estou curiosa para saber como o Baby vai encarar esses desafios. Atualmente, noto que ele perde a paciência com o que leva tempo demais. Se cansa rapidamente do que passa a fazer sentido. Prefere a novidade. Vamos ver o que nos aguarda!
Ao contrário do que gostaria, fim de ano me deixa sempre melancólica. Natal e Reveillon são datas complicadas. Eu chego a dezembro com a impressão de que não tive tempo de fazer tudo o que pretendia naqueles últimos 12 meses. Por exemplo, eu queria ter jantado mais fora, queria ter feito mais ginástica, levado o regime a sério, mergulhado mais no mar de Búzios. Queria ter feito um curso de pintura no Parque Lage, retomado minhas aulinhas de escultura, sambado mais. Queria ter visto mais os meus amigos. Aí é que a angústia triplica. A mesma vida que nos apresenta a pessoas incríveis a cada ano que passa nos afasta de amigos supostamente fundamentais. De alguns, eu sinto a mais sincera falta porque me tornavam uma pessoa melhor a cada encontro. De outros, infelizmente, eu não tenho mais a menor saudade. O tempo apagou o que antes parecia ser uma saudável dependëncia. Triste - mas os assuntos deixam de ser coincidentes, as piadas não tëm mais tanta graça. Tudo bem que, como diria o refrão do seriado "Cheers", muitas vezes a gente só quer ir onde "everybody knows your name". Nem sempre esses amigos te conhecem desde os 20 anos, mas que sorte que alguns poucos e bons resistem ao tempo e aparecem do nada para dizer que também sentem saudade. Saudade de verdade.
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Eu não escondo de ninguém que adoro vestir a Diana em diferentes estilos, para quebrar a monotonia e brincar de personal stylist. Ela já percebeu isso e adora dar palpites nos sapatos e bolsas. O cabelo é que é a minha grande frustração. Ela não me deixa penteá-la por nada neste mundo. Nossa, eu me lembro de passar horassss com a minha avó Maria de escova na mão, adorava muito!
- Fazer experiências, como misturar cola incolor na água para criar uma camada imaginária de gelo;
Aproveitei o fim de semana sem marido mas com folguista para fechar as compras de Natal. Tenho pânico de loja cheia, então, nesse sábado, fui cedo para Ipanema. Comprei o meu próprio presente (claro, eu mereço uma sandália linda para-vida-toda da Mixed) e as últimas lembranças para a família. Depois de um belo almoço na minha mãe, Luca e eu batemos perna pelo Leblon, lotado de "gringos" flamenguistas de outros estados. E esperamos a Diana chegar de uma tarde com a amiga Lis para seguir para a casa de amigos, de frente para a Lagoa. Delícia de programa ver a Árvore de cima. Di se apavorou com os fogos, mas o Luca aproveitou para dormir por lá mesmo. É uma criança apegada, como todo mundo sabe...!
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- Durma cedo na sexta-feira e acorde bem disposta para pegar a estrada no sábado;
De uns tempos para cá, estou encantada demais com o gênio do Luca. Não sei se foram os sete anos completados em setembro, a responsabilidade na alfabetização da Turma 1, mas é fato que o Baby anda mais calmo, mais concentrado nos deveres de casa, mais carinhoso com a gente, mais paciente com a Diana. (Coitado, a verdade é que ele apanha muito da irmã, raramente revida os puxões de cabelo, os empurrões!)
Já deu pra sentir que a CHUPETA sempre foi uma paixão da Diana, não é?! No último ano, especialmente, a gente já não conseguia mais deixar a chupeta exclusiva ao berço. Qualquer alteração, qualquer irritação, mesmo durante o dia, lá estava ela a nos salvar de choros e resmungos. Mas criança é um bicho muito estranho. Diana acreditou plenamente quando eu disse a ela que, se entregasse a "peta" no correio para o Papai Noel, ganharia no Natal uma linda boneca de cabelo comprido e franja. E, assim, fizemos um pacote com laço de fita, envolvendo a chupeta. Desde segunda-feira, a Diana não pergunta sobre a fiel companheira. É como se não fizesse falta. Ela se contenta somente com o paninho de malha na hora de dormir. Eu fico com o coração apertado, com tanta inocência.
Diana fez três anos na segunda-feira, dia 16. Pela primeira vez, a gente sentiu que ela estava ansiosa, contando os dias para o aniversário. Acordou com presentes, ganhou "parabéns pra você" na natação, brincou bastante em casa, diante de um irmão muito enciumado. Ao meio-dia e meia, seguimos Jô, Diana e eu, para a escolinha. Era dia de festa e a comemoração seria na sala de aula, com os amigos de todo dia. Os convites das Princesas tinham sido enviado uma semana antes. Encomendei bolo Backyardigans na nancysbolos.kit.net, sucos e sanduiches www.lafabrica.com.br. De brinde, entrou um terceiro personagem na história: cada amigo ganhou um banquinho www.tiobetoproducoes.com.br com o rosto da Minnie (meninas) ou Mickey (meninos). Sucesso absoluto.
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Domingo passado, consegui ir ao cinema sem culpa com duas amigas (mães) da escola do Luca. A gente viu o que eu considerei uma releitura do ótimo "Apenas o fim", gravado na PUC-Rio. "500 dias com ela" se passa em uma Los Angeles com jeito de NY, tem uma dupla linda e promissora de atores - e uma trilha sonora moderninha e ao mesmo anos 80. Em comum, os dois filmes têm uma trama simples (menina larga namorado), contada de um jeito original e sincero. Talvez eu esperasse mais de "500", mas as roupas de Zooey Deschanel me faziam suspirar a cada cena. Ah, se eu tivesse 15 quilos e 10 anos a menos... copiaria peça por peça!
Já deu para perceber que quando a gente gosta de um lugar, frequenta "moooointo" e recomenda, não é?! Pois desde o feriado de 02 de novembro que a www.fazendadoserrote.com.br
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Eu tenho de confessar que comprei ingresso para “After Miss Julie”, na Broadway, por causa de Sienna Miller. Estava curiosa para ver o trabalho da "musa fashion-atriz-rainha das revista de celebridade" no papel de uma moça de outros tempos, envolvida em um mundinho de fofoca e preconceito. Uma história parecida com a da própria Sienna.
Pois eu comprei meu primeiro computador em 37 anos. Parece mentira, mas sempre peguei carona nos aparelhos adquiridos pelos outros: pai, namorado, marido. Agora tenho um laptop gigante (acho que errei no tamanho) para chamar de meu. Meu mimo mais recente eh um Sony Vaio azul-marinho, com teclas suaves, que cabe na mesinha do aviao para Salvador no qual eu me encontro agora. Vou passar trës dias na linda capital bahiana, mas duvido que consiga fazer algo mais do que trabalhar.
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Näo eh que consegui passar uma semana em NY com o Luca e os meus pais! Aproveitamos a folga na escola e no trabalho, para embarcar no voo direto Rio-NY na quinta-feira, dia 08 de outubro. Näo tinha duvidas de que esse quarteto louco por Manhattan aproveitaria, mas a programação superou minhas expectativas. Vou contar aos poucos porque foi tudo muito intenso. Vamos aos números:
E eis que surge na minha internet uma marca capaz de ameaçar (de longe ainda!) a www.TeaCollection.com na liderança absoluta de minhas grifes americanas preferidas. Muito mais cara e refinada do que a Tea, mas igualmente apaixonante: www.kicokids.com. O que vocês preferem?!
Tem planos de comprar/encomendar brinquedos em NY? Não deixe de pesquisar os jogos sofisticados da www.gamewright.com. O Luca adora o Feed the Kitty e o Uglydoll. São coloridos e, se é que dá para classificar assim, de bom gosto. Acho que junto com os brinquedos da Melissa & Doug (todos, de madeira) e da www.eeboo.com, são os meus preferidos. Onde encontrar? Na www.scholastic.com (Soho) ou na www.boomerangtoys.com (Tribeca e World Financial Center).
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Eu devo mesmo ter olho clínico. Em abril, em Buenos Aires, eu quase invadi (!!) uma loja de roupas de criança de Palermo Viejo em plena madrugada. Lúcio e eu voltávamos para o hotel quando me apaixonei pela vitrine da Owoko. Pois não é que ela vai abrir no Rio Design do Leblon? Meninas, preparem as carteiras: www.owoko.com.ar. Eu diria que trata-se de uma versão portenha da nossa linda www.minihumanos.com.br.