As aventuras de Diana e Luca no Rio de Janeiro

sexta-feira, 16 de março de 2012

Dicas Brooklyn/Williamsburg

Transporte: Metrô L para a estação BEDFORD AVENUE. É uma área bem alternativa, talvez lembre o Soho antigamente.

http://shopjumelle.com/ - Jumelle – 148 Bedford Ave – Loja beeeem chique e cara, cheia de peças grifadas, mais moderninhas

http://www.juliettewilliamsburg.com/ - restaurantezinho descolado, para brunch, ovos mexidos, sanduíches, tem um terraço bem legal – 135 N 5th @ Bedford – 718-388-9222

http://www.bettonyc.com/ – Fiquei no balcão. Tomando cervejinha produzida no Bklyn, mas tem comidinhas. O ambiente é lindo. 138 North 8th St. btwn Bedford and Berry - 718.384.1904 - tues-sun 5pm-12am, saturday & sunday 11am-12am, closed Mondays

http://www.tommygunsny.com/pages/salon.html - um barbeiro super lindo, só olhar já vale a pena – 85 North 3rd Street

http://mastbrothers.com/ - Eles são metidérrimos, mas fazem um chocolate maravilhoso, as embalagens podem virar quadrinhos depois!!! 111 North 3rd Street (718) 388-2625

http://bakeribrooklyn.com/ – Padaria LINDA para tomar um chá e comer um bolo - 150 Wythe Avenue
 
WWW.CBIHATEPERFUME.COM – Loja descolada de perfumes exclusivos. O nome é ótimo, os vendedores fazem o estilo nerd! 93 Wythe Avenue - Tel.: 718.384.6890
 
http://www.sweetwaterny.com/index1.html - Não sei por que tenho esse cartão, devo ter passado em frente, mas pode ser uma opção de restaurante: 105 North 6th Street
 
E a mulher de um amigo mora em Williamburg e me mandou esse email, em inglês mesmo. (Pena que, com as crianças na última vez, não deu pra testar nada.)
 
Five Leaves (good food, cozy/hip atmosphere)
Dressler (it has received a Michelin star and has great food, cool, sophisticated, best without kids)
Fatty Cue (very laid back spot with Asian inspired barbecue type food)
Marlow and Sons (hip, but laid back..always a very long wait, no reservations)
Fette Sau (barbecue spot)
Mast Brothers (chocolate shop that you can tour and see how they make the chocolate.. We love their chocolate which tastes great and is wrapped in beautiful papers..very stylish)
El Amacen (Argentinian.. I haven't been but it's on my list and comes highly recommended from a friend)
 
Other favorite places in Brooklyn: Ample Hills in Prospect Heights for ice cream, Dough in Clinton Hill/Fort Greene for doughnuts, One Girl Cookies in Boerum Hill for cookies/cupcakes/sweets, Vinegar Hill House in DUMBO for dinner or brunch, Thistle Hill Tavern in Park Slope for brunch or dinner (great food and good with kids), Bklyn Larder (a high-end deli with great sandwiches, salads, and all sorts of other foods..one of our absolute favorites) and Franny's, a wonderful pizza place in Prospect Heights (essa pizza, a gente amava!!).. Oh and speaking of pizza, Roberta's in Bushwick and Saraghina in Bed-Stuy get rave reviews.

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sábado, 3 de março de 2012

Euforonha












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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Foz

Quando escolhi em junho viajar para Foz do Iguaçu antes do Natal, comprei passagens para meus filhos e meu marido. No meio do caminho, pintou uma festa de família para o Lúcio e eu acabei embarcando para Foz sozinha, com nossos pequenos de 9 e 5 anos. E não é que o fim de semana de 17 de dezembro foi intenso e maravilhoso...!


Entre muito o que aprendi, duas lições: pesquisar compensa muito e cuidar de dois sozinha não é nenhum bicho de sete cabeças. Antes mesmo de voltar pra casa, preparei uma lista que gostaria de dividir aqui porque, afinal, Foz é um show para todas as idades.

Dicas fundamentais:

- Levar ou comprar capa de chuva

- Comprar ingresso Parque das Cataratas via internet

- Levar documentos com fotos das crianças e autorização do pai ou da mãe se quiser cruzar fronteira

- Chegar ao aeroporto de Foz com folga por causa da revista nas malas e da checagem de documentos, afinal, há muitos vôos internacionais chegando e partindo.

Hotel Panorama - meio caro para o que é. Está decadente, tem zero charme, mas é limpo, tem uma bela piscina e uma ótima localização. Tarifa: diária de R$278 para um adulto e duas crianças, com café e jantar. (Ambos, corretos.)

Parque aquático - para o dia da chegada e/ou para depois dos passeios. O hotel Panorama fica ao lado do Acquamania, um parque aquático antiguinho, bem simples, que agradou em cheio as crianças. Seis tobogãs, sendo que o mais alto tem 22 metros e de lá o Luca não saiu. Diana também aproveitou tudo o que tinha direito. Uma chatice: o lugar tem abelhas que amam refrigerantes e lanches. Preço: R$ 50 por família hospedada no Panorama (vale para toda estadia) ou R$ 40 por dia para pessoas com mais de 12 anos. Leve sua própria toalha e não espere nenhuma pirotecnia, o parque é de cidade do interior, lembre-se. Eu adorei o http://www.acquamaniafoz.com.br/.

Parque das Aves: não sei se é a idade ou se são os filhos, mas dei pra gostar de apreciar bichos. Pássaros, então! Luca, de 9 anos, diz que esse foi o passeio mais legal de Foz. Ele fez carinho em tucanos, araras e papagaios, chegou bem perto de tudo. Diana, de 5 anos, ficou mais reservada, mas adorou entrar nas gaiolas gigantes, observar os flamingos e as borboletas. O parque, com 1000 aves e 130 espécies fica antes das entrada das Cataratas. Os guias sugerem fazer a visita pela manhã, eu gostei mais da tarde. É tão zen o lugar, que compensa o cansaço provocado pelas emoções do Parque das Cataratas. Entrada para o www.parquedasaves.com.Br: R$ 18 por adulto.

Parque das Cataratas: a excelente organização do parque lembra Bonito ou aqueles lugares de primeiro mundo que a gente tanto admira. O ingresso dá direito ao transporte dentro do parque (cada ônibus leva o nome de um bicho da fauna local), vetado aos carros comuns. Dica fundamental: compre ingresso pelo site e pague com cartão Itaú que dá 50% de desconto. Ou enfrente uma hora de fila, sem exagero. São quatro paradas no parque. A primeira para uma trilha de 9km (uma outra vez, quem sabe), a segunda para o Macuco Safari, a terceira no Hotel das Cataratas (megachique, diária de R$ 800) para a principal trilha até a Garganta do Diabo e a última parada dá no restaurante que é bem turista e bom. http://www.cataratasdoiguacu.com.br/portal/.

Macuco Safari: ok, abra a carteira e nem pense em pular essa atração de 1h45m, que fica na segunda parada do Parque e é paga à parte. A trilha começa num jipão por 3km de floresta, com quatis e palmeiras raras no caminho. Depois, uma caminhada de 600 metros ou um jipe menor leva ao ponto de embarque nos botes infláveis bimotores, de aparência bem segura. Capas de chuva e coletes salva-vida no corpo e a turma segue pelo Rio Iguaçu na direção da Garganta do Diabo. Deixe tudo nos armarinhos e leve somente a máquina fotográfica bem protegida. Todo mundo se molha, independentemente de onde se sentar no bote. Depois de algumas paradas para fotos, o banho em uma das cachoeiras é inesquecível, pela força, pelo barulho, pela exuberância da natureza, pela sorte que a gente tem de morar no Brasil. São 45 minutos no barco, mas eu queria mais. E o Luca disse que o Macuco é muito melhor que muita montanha-russa da Disney. Preço: R$ 140 pra adulto e R$ 70 pra criança acima de 7 anos. (Di não pagou e aproveitou muito, nada de medo.) Mais detalhes no http://www.macucosafari.com.br/.

Outros passeios, dentro do parque, mais "adultos": se eu estivesse com o Lucio provavelmente me arriscaria pelas opções do www.macucoaventura.com.br. Mas, sozinha com dois, não achei que deveria enfrentar 9km de caminhada ou qualquer tipo de rafting.

Duty-free Argentina: eu optei por não cruzar a Ponte da Amizade dessa vez, mas a aventura no Paraguai vale a pena do ponto de vista antropológico, he he. Preferi comprar muamba de forma mais tranqüila. Do meu hotel, de taxi, até o free-shop argentino foram 15 minutos ou menos. Tiramos uma foto linda do Luca bem na fronteira, com o sol se pondo sobre o Rio Iguaçu. Ele e a Diana adoraram brincar de falar espanhol em Puerto Iguazú. Compramos lápis Crayola, joguinho Wii, chocolates Kit Kat. Nada essencial, tudo supérfluo.

Taxista: o motorista recomendado pelo hotel e que nos levou até o Duty Free (R$ 60, ida e volta) foi tão tranquilo que o chamamos para nos levar até o aeroporto no dia de ir embora: R$ 30. Adilson: 45-9920-6939 ou 9106-3986.

O que faltou fazer:

Admito que me deu preguiça ir até Itaipu Binacional, mas soube que crianças grandes e adultos curiosos amam. No nosso pequeno grupo, reconheço, não havia nem um nem outro.

Jantar carnes “arrentinas” em Puerto Iguazú.

E quero me arriscar no rapel e nas trilhas de 4 ou 9 km de uma próxima vez. http://www.campodedesafios.com.br/conteudo_br/index.htm ou www.macucoaventura.com.br. Tudo, dentro do parque.

Gosto disso. Gosto da impressão de não ter feito tudo o que há para fazer num lugar. Assim tenho motivo para voltar ou para pedir aos amigos que compartilhem suas próprias dicas preciosas.
 
** Texto publicado originalmente no http://www.kidsnaestrada.blogspot.com/. Acesse e veja as fotos do Baby e da Diana !!

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terça-feira, 15 de novembro de 2011

Ilha Grande - Véspera do aniversário da Diana




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sábado, 29 de outubro de 2011

De volta!

Começa hoje e não tem dia pra acabar (ando enrolada demais, infelizmente), uma série de posts sobre as nossas férias de outubro: Orlando e NY. Não preciso dizer qual destino me deixou mais feliz, mas começo a escrever sobre Disney e Universal - dobradinha ainda muito popular entre crianças de 9 e 4 anos. :-) Foram sete dias intensos, quase dois quilos a menos na balança, muito cachorro-quente e muita fila. Diversão nota dez, segundo Luca e Diana.

A vida começa a mudar quando a gente atravessa o sufoco do Galeão, entra num avião da USAirways e encontra aeromoças com zero de jogo de cintura, zero de gentileza. "Welcome back", pensei. Mas não tenho do que reclamar do processo de imigração, checagem de documentos etc. Tudo tranquilo - e rapidamente Lúcio, eu e as crianças estávamos de carro alugado na Hertz a caminho de um dos melhores hotéis da minha vida: o http://www.floridaysresortorlando.com/.

Dica excelente de uma amiga, barato, simples, limpo, bem localizado, quarto muito espaçoso. Mais: do lado do restaurante Benihana e a um quilômetros de um dos dois outlets de Orlando. (Ninguém vai dizer que não pretende abastecer o armário, ou vai ?!)

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Epcot

Quando decidimos por Orlando, eu confesso que fiquei meio perdida. Meus amigos mais chegados não frequentam parques infantis, não sabem ensinar a comprar ingressos etc. Nossa última vez por aquelas bandas havia sido em 2005, o Luca tinha três anos, ainda morávamos em Nova York.

Dessa vez, depois de muita pesquisa na internet, nos sites oficiais, saímos do Rio com um pacote de ingressos para quatro dias na Disney (um parque por dia) e três dias na Universal (também um parque por dia, ou seja, queríamos repetir o Islands of Adventure). Daqui, não comprei o express pass da Universal porque é possível comprar em qualquer loja do parque, zero de aborrecimento.

No dia da chegada, optamos pelo Epcot Center. Nosso grupo já conhecia e já sabia que se tratava do parque mais fraco de Orlando, mas eu não queria deixar de ver algumas atrações bacanas. (E também não sou de ficar deitada em quarto de hotel gastando dólar !!)

Chegamos ao parque às 14h e deu tempo de fazer, em ordem de preferência:

1) Soarin - um simulador que nos leva a sobrevoar lugares lindos da Califórnia, eu amo esse brinquedo;
2) Test Treck - para meninos, uma pista de teste de corrida, em que eles "fingem" dirigir;
3) Nemo - um passeio de carrinho pelos principais trechos da história, bom para as meninas;
4) Figment - na mesma linha do Nemo, explora os cinco sentidos, com cheiro de pum, por exemplo;
5) Spaceship Earth Ride, uma viagem lenta de carrinho, para ver a evolução da comunicação desde as cavernas, super relax para a chegada ou a partida do parque;
6) E o World Showcase, que fica na parte de trás do Epcot, em volta de um grande lago, e é formado por pavilhões de onze países: México, Noruega, China, Alemanha, Itália, Estados Unidos, Japão, Marrocos, França, Inglaterra e Canadá. É claro que a gente não deixaria de tomar uma cervejinha... na Alemanha!

Ficou faltando conhecer o Mission Space, mas confesso que adrenalina demais, naquele momento, não parecia fundamental. Jantar? Que jantar? Passamos no supermercado Publix, lindo, ventilado, com produtos de primeira: salada fresca, queijo feta, suco de laranja, iogurte consistente, sopinha Campbells com embalagem de princesas e Dora the Explorer... A praticidade da vida na América me encanta - e a cozinha do nosso hotel também.

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Islands of Adventure - Universal

Depois de uma tarde relativamente morna no Epcot, fomos no dia seguinte ao que interessava ao Luca desde o começo: o parque do Harry Potter. É claro que o Islands os Adventure é muito mais do que Harry e sua turma, mas, mesmo que você não seja nada interessado nos livros e nos filmes, chegue cedo e vá direto para o Harry Potter Forbitter Journey, o meu brinquedo preferido da vida. É um simulador que recria todo o cenário dos filmes, com muito movimento, muito encantamento, muito capricho.

Vale cada minuto de fila porque essa atração e os Pteranodon Flyers são os únicos brinquedos em que não é permitido furar a fila a quem tem o express pass. Aliás, para tudo! Como eu disse no post acima, existe uma carteirinha que dá direito a "passar na frente" em quase todas as filas da Universal, uma vez em cada atração. Você pode inclusive preferir pagar um pouco mais e furar a fila quantas vezes quiser. Eu não sou de esbanjar, nem de jogar dinheiro fora, mas se o parque estiver cheio, não economize, dê uma turbinada em seu ingresso em um dos quiosques espalhados pelo parque. É fácil, rápido e ninguém olha feio. Pagou mais, tem preferência.

Preparei uma lista de nossa preferência no Islands e reconheço que é um parque para os mais velhos. Diana e a amiga Manuela, de 4 anos. curtiram, mas Luca e JG, de 9 e 8 anos, aproveitaram muito mais.

Aliás, "para tudo 2": nos parques da Universal, os brinquedos geralmente fazem um simpático esquema de "child swap". Por exemplo, mãe, pai, filha de 4 e filho de 9 entram na fila juntos. Pai e filho embarcam na montanha-russa radical, mãe e filha esperam numa salinha confortável ao lado do embarque. Pai e filho chegam, pai assume a menina, mãe embarca na louca montanha-russa com o filho sem ter, claro, de enfrentar uma nova fila. Justo e simples.

De volta à lista de uma família apaixonada por montanha-russa.

1) Harry Potter Forbitten Journey;
2) Dragon Challenge (nessa, o Luca perdeu a conta de quantas vezes foi !);
3) Hulk Coaster (se a coluna e o pescoço não estiverem em dia, pode ser um risco!!);
4) Flight of the Hippogriff foi a primeira montanha-russa da vida da Diana e ela amou pra sempre;
5) Jurassic Park River Adventure (leve sua capinha de chuva e prepare-se para o caso de a filha pequena sentir medo dos dinossauros);
6) Dudley Ripsaw Falls - Di adorou;
6) Doctor Dooms Fearfall (não fui, bateu medinho!);
8) Amazing Spiderman - Luca adorou, eu também, mas a Di odiou;
9) Pteranodon Flyers - 80 minutos na fila, um minuto voando no brinquedo que é mesmo muito fofo, para os menores;
10) High in the Sky Seuss (daqui pra baixo, só deu Diana e Manu, que universo lindo, colorido, de bom gosto);
11) CaroSeussEl;
12) One fish...
13) The cat in the hat !

Em resumo, são muitos os brinquedos, muitos os estilos. É um parque para chegar cedo e bater perna. Optamos pelo estacionamento preferencial. De U$ 15 para U$ 20 para andar menos na hora de voltar pro hotel.

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Food + Shopping

Voltar pro hotel? Quem disse? Da Universal, teve gente com energia o suficiente para enfrentar duas horinhas de http://www.premiumoutlets.com/outlets/outlet.asp?id=17. De tudo que consegui ver nesse primeiro momento, o que mais me chamou atenção foi a seguinte seleção: Tods, Seven (muitas, muitas opções de jeans), Vans, JCrew/Crew Cuts (imperdível para crianças), Adidas/Nike, Kipling, Banana/Gap, Timberland. O shopping é legal, sem muito charme, mas é aberto, não muito grande, cheio de brasileiros, é claro.

Em frente, tem um Outback mas a turma escolheu o melhor dos mundos. O http://www.benihana.com/locations/orlando-ol fica ao lado do nosso hotel e reúne comida saudável, preço justo e as crianças ficam vidradas nos malabarismos dos chefs que comandam as chapas quentes! Legumes, carninhas, arrozinho com ovo, ufa, como é bom dar um tempo de comida americana!

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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Hollywood Studios (Disney)

Ok - e aí você passa seis meses programando as férias e pega a cauda de um furacão na Flórida. Soaked, dizia a manchete. O que se faz numa situação como essa? Fica se lamentando no quarto de hotel ou encara a chuva torrencial e persistente? Claro, segunda opção. E assim fomos ao Hollywood Studios de Crocs e capas de chuva.  Esse é um parque pequeno, que pode ser explorado em cinco ou seis horas. Portanto, ótima pedida para dias chuvosos ou de saída da cidade. Eis o que nos chamou mais a atenção:

1) Montanha-russa do Aerosmith: tem fast-pass, não é das mais radicais mas tem a melhor arrancada, imperdível;
2) Tower of Terror: o Luca se lembrava claramente de ter se recusado da última vez (ele tinha três anos!) e amou a experiência agora;
3) Toy Story: mega-fila, um brinquedo para crianças menores, que todo mundo curte porque o filme é um clássico. De carrinho, vamos atirando em alvos, como o brinquedo do Buzz no Magic Kingdom;
4) Star Tours: mais pra idade do Luca ou mais velho;
5) Indiana Jones: teatro com efeitos especiais de cinema. Uma bobagem, eu achei, mas o Luca AMOU porque assistiu da primeira fila;
6) Little Mermaid: teatrinho também, mas com efeitos, dura menos de 20 minutos, a música é fofa, né?;
7) Beauty and the Beast: outro teatro, mais suntuoso, bonitinho;

Num dia relax como esse, deu pra conhecer o Millenia Park - o Cidade Jardim de Orlando, um shopping chic, de marcas como Sony (sucesso entre os meninos), Chanel, Pottery Barn Kids (sucesso pra mim), Anthropologie (não vivo sem os paninhos de lá) etc. Aqui, come-se bem no Cheesecake Factory e no italiano em frente, recomendado por um amigo bem exigente.

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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Animal Kingdom

O dia seguinte foi de menos chuva e foi perfeito para o Animal Kingdom, outro parque relativamente pequeno e muito tranquilo. O melhor começa logo na entrada.

1) It's tought to be a bug - um 3D nas raízes da Árvore da Vida, símbolo do parque. Filme curtinho, divertido;
2) Festival of Lion King - mesmo que já tenha visto em NY, a produção é muito bem feita, a plateia fica junto ao palco, cantores excelentes, o Luca participou da parte final, ou seja, top 5 de coração;
3) Kilimanjaro Safaris - passeio de jipe, num zoológico sem grades, pra ver elefantes, zebras, hipopótamos, a máquina fotográfica trabalhou muito na mão das crianças;
4) Expedition Everest - montanha-russa para quem tem mais de 1m12cm, nem tão radical assim, mas vale desde a fila, onde os objetos expostos são bem interessantes;
5) Kali River Rapids - pra quem não tem medo de se molhar no bote...;/
6) Dinosaur - outra montanha-russa, para quem tem mais de 1m02cm, Di foi na boa;
7) Nemo - Musical nem tão animado assim;
8) Primeval Whirl - montanha-russa pra quem tem mais de 1m22cm, que estava fechada quando fomos mas parecia ótima!
9) Jungle Parade - o desfile dos personagens diário é modesto, mas fofo, eles chegam bem perto da gente;
10) Tamu Tamu Refreshments - lanchonete perto do safari com uma excelente carne de hambúrguer.

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domingo, 17 de abril de 2011

Paris blogs and afins

Pra quem planeja viajar a Paris, eu recomendo o obrigatório http://www.conexaoparis.com.br/. E hoje descobri mais dois sites beeem interessantes: http://hipparis.com/ e http://www.haveninparis.com/.

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sábado, 16 de abril de 2011

Little Blue Bali Book

Desde que voltei a trabalhar, ando monotemática. Só falo dos encantos de Bali. Eu espero sinceramente poder dividir as dicas com muita gente.

Ubud:

http://www.armaresort.com/ (lindo de morrer, dica da Karina)
http://www.okawatihotel.com/ (uma opção, mais simples e mais central)
Warung Babi Guling Ibu Oka - (0361) 2077490 - pra comer uma carne de porco inesquecível !
http://www.lotus-restaurantes.com/ (café simpático com um templo e um lago ao fundo, dá pra acreditar?)
http://www.mozaic-bali.com/ (para um jantar ultramegasofisticado)

Uluwatu:

http://www.alilahotels.com/uluwatu/gallery (pra sonhar)
http://www.bulgarihotels.com/en-us/bali/the-resort/overview (pra sonhar ainda mais)

Seminyak:

http://www.thehavenbali.com/ (hotel em que ficamos)
http://www.bvilla.com/ (resort que namorei de longe)
http://www.villajodie.com/ (exclusivíssimo, nem entrei)
http://www.oberoihotels.com/oberoi_bali/index.asp (resort na beira da praia, vizinho do Ku De Ta)

http://sardinebali.com/Main.html (restaurante com arrozal no quintal !)
http://www.sarongbali.com/ (restaurante chique - e barato - de comida picante)
http://www.kudeta.net/ (para um por do sol sofisticado, ouçam a rádio-lounge para entrar no clima)
http://www.balinesia.co.id/indexbali.asp (restaurantes italianos e bacanas)
http://www.travelfish.org/blogs/bali/2011/02/16/cafe-bali-on-laksmana-seminyak/ (Cafe Bali, para comidinhas rápidas)

http://www.thevillas.net/english/prana.htm (spa que queremos muito conhecer numa próxima vez)
http://www.bodyworksbali.com/ (spa com jeito de Flórida, porém famosíssimo)

Compritchas em Seminyak:

Sabia - 44B Jalan Laksmana, Bali, Indonesia - loja de roupas de linho, leves, soltas
http://www.biasabali.com/
http://www.luluyasmine.com/
http://www.umaandleopold.com/
http://lily-jean.com/lj.htm
From (para moças e moços, 100% algodão)
Saint Tropez (para shorts incríveis)
http://www.bytheseatropical.com/basangkasar.html

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segunda-feira, 11 de abril de 2011

Bichos e besteiras

Eu que tenho panico de baratas, ratos e sapos, vi de tudo um pouco em Bali. Nenhum desses monstrinhos chegou perto de mim, mas a vida na floresta eh assim. De repente um macaco no templo de Tanah Lot te dah uma encarada forte e vocë percebe que eh necessario fazer uma volta imensa ateh a saida. Mas não eh que mesmo dos macacos, eu sinto falta? Numa coincidencia incrivel, na minha rapida passagem por Cingapura a caminho do Brasil encontrei um anel em forma de macaquinho na Topshop. Sempre que olhar pra ele, vou me lembrar dos sufocos que Karina e eu passamos na Monkey Forest e no Tanah Lot. "Nao faz contato visual, segue reto, sempre em frente", eu dizia. Entre nossas crises de riso, a Karina soltou uma otima que havia ouvido recentemente. "Quem engole muito sapo não faz boa digestão." Bingo. Outra resolucão pos-ferias. Não posso deixar minha barriga virar um päntano!  

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Terapia em grupo

Foi otimo escrever no blog todas as noites da viagem. Quando gosto tanto assim de um lugar, gosto de perpetuar as sensacoes (e porque náo as dicas!) para relembrar mais tarde. Escrever foi tambem uma forma de "digerir" diariamente tudo que estava conhecendo, uma quantidade louca de informacoes e surpresas. Bali tem uma combinacao perfeita de equilibrio, gentileza e espiritualidade. Ate que ponto um simples turista consegue se manter fiel a esses elementos na volta pra casa, nao sei. Eu vou comecar a buscar mais equilibrio, pra comecar. Desde uma alimentacao mais saudavel e feliz ateh um freio no meu impeto consumista que anda meio descontrolado!

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sexta-feira, 8 de abril de 2011

E assim...

Bali foi certamente a viagem mais surpreendente que fiz. Talvez porque não esperasse tanto do lugar, nunca tenha antes sonhado em conhecê-lo. Talvez porque imaginasse um lugar compacto, como Fernando de Noronha, e em vez disso, tenha encontrado uma ilha imensa, cheia de possibilidades, relevos, cenários. Montanha, floresta, trânsito intenso e mar, tudo junto e misturado.

Certamente a minha primeira experiência em Bali não teria sido tão fantásticanão fosse pela Karina. Eu diria que 98% das dicas listadas no blog são dela, fruto de uma primeira visita que ela fez com o marido no verão de 2010. Acho, polianamente, que o fato de o sol não ter dado as caras full-time também contribuiu para que a Ka e eu nos dedicássemos aos templos, às caminhadas, aos restaurantes, sem a culpa tipicamente carioca de "estou perdendo uma baita praia para fazer turismo".

Foram cinco dias inteiros, como sabem, mas eu recomendaria entre 8 e 10 dias para não ficar com aquele gostinho de "quero mais". Para mim, a imagem que fica de Bali é a da bela espiritualidade da população predominantemente hindu e de práticas religiosas que em nada incomodam o turista. Muito pelo contrário. Mesmo os resorts e/ou as lojas de luxo mantêm um espaço para as oferendas aos deuses. Quando elas estão no chão, servem para neutralizar os espíritos maus. Quando colocadas no alto, são para agradecer as graças conseguidas. Isso sim me afetou. Nunca agradeci tanto pela viagem, pela oportunidade, pela surpresa.

Por fim, eu tomo coragem e recomendo a leitura do último capítulo de "Comer, rezar, amar". Ignorem os trechos sobre NY, Roma e Índia (além claro da atuação sofrível de Javier Barden) e vejam também o filme com a Julia Roberts. Apesar daquele roteiro manjado de mulher-americana-procura, tem muita coisa bacana e real sobre Bali e principalmente sobre Ubud, a selva no paraíso do surfe.

Viagens são boas para alimentar a alma, como mostra Liz Gilbert, mas eu e Karina resolvemos também alimentar o estômago, visitando pelo menos um bom restaurante por dia. Os produtos servidos são os mais frescos possíveis e os cardápios vão se adaptando às safras. Os preços também são alterados, mas Ka e eu fizemos jantares incríveis em restaurantes como Sardine e Sarong (ambos em Seminyak) por menos de U$D 50 por pessoa (com vinho, entrada, prato principal e sobremesa). Mozaic (em Ubud) foi a única exceção em termos de preço, mas é uma experiência sofisticada e única. Os produtos-base dos pratos são enfileirados na mesa para que o cliente os conheça e os aprecie. É quase um ritual.

Outros lugares como Made's WarungRumors e Cafe Bali (Seminyak) e Café Lotus (Ubud) têm preços de Baixo Gávea e um charme a mais. Representam bem a mistura que é Bali: simplicidade, conforto e sofisticação na medida certa.

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E se fosse diferente?

Na praia mais linda de Bali, Balangan, vimos um grupo de meninas de 20 e pouquissimos anos fazendo uma especie de colonia de ferias de surfe. Senti uma pontinha de inveja da disposicao e da disponibilidade, mas logo me lembrei que na idade delas eu tambem estava na estrada, de mochilao nas costas. Meu destino era difrente, meus interesses tambem. O sonho de consumo eram os EUA e a Europa. Minha praia era outra, eu nao ligava pra esporte, queria mergulhar era em cultura.

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quinta-feira, 7 de abril de 2011

Aproveitando cada segundo

Uma ideia que marcou nossas férias foi a de aproveitar cada segundo. A viagem a Bali confirmou o quanto é importante pesquisar e organizar certos passos na temporada de descanso. Com o apoio da Karina, visitei os lugares mais bacanas, jantei nos restaurantes mais interessantes. Nunca saberei como agradecer.

Sair de Bali na manhã de quinta-feira, dia 7, cortou meu coração. Eu precisava de pelo menos mais três dias inteiros, fiquei apenas cinco. Mas, de brinde, tivemos uma tarde em Cingapura, com duas brasileiras queridas. Almoçamos no Le Marché, um ótimo restaurante suíço de comida rápida e de qualidade impecável. Estou convencida de que essa cidade-estado reúne o que há de melhor no mundo. Depois, numa despedida da Ásia, fomos ao terraço da piscina do Marina Sands, com sua piscina infinita, liiinda conforme mostrou o Globo Repórter da última sexta. (Vejam na internet, não deixem de se surpreender!)

A viagem de volta pra casa de 12 horas + 12 horas + ponte aérea SP-Rio foi bem tranquila. Estava tão cansada que na primeira parte, entre Cingapura e Paris, dormi nove horas. Uau, né?

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quarta-feira, 6 de abril de 2011

Last and sweet day

A quarta-feira foi de sol, exatamente como pedimos aos deuses, Karina e eu. O destino não poderia ser outro: Balangan, minha mais nova praia preferida. Tomamos sol, mergulhamos, comemos sanduíche natural na barraca (warung quer dizer restaurante simples), ficamos de olho nos surfistas. Choveu antes e depois. Mas, durante o nosso tempo de areia, fez sol de queimar pele branca como a minha. Depois do lanche, voltamos correndo para o hotel, para tomar banho a tempo do por de ver o sol no Ku De Ta. Dois drinques depois (maracujá, limão, hortelã, rum e vanila), seguimos para o Sarong, mais um oferecimnto de Karina Kovalick. Essa moça sabe TUDO de restaurante. Comemos um tartar de atum com abacate, uma carniha de porco picante e um carneiro no curry também dos deuses. As sobremesas foram um caso a parte: banana frita com sorvete de coco e pudim de ovos de pato com sorvete de gengibre. Numa boa, depois de Bali, nada será como antes.

Vamos morrer de saudade, mas podemos dzer que aproveitamos cada segundo do nosso tempo na ilha mais simpática do (meu) planeta.

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terça-feira, 5 de abril de 2011

Penúltimo dia

O dia hoje acompanhou nosso humor, um pouco sonolento, no meu caso já tensa com o fim da viagem. Começo a voltar para o Brasil na manhã de 7 de abril, serão muitas horas de avião e uma tarde em Cingapura, onde vou encontrar uma amiga de que o Lúcio gosta muito, a Giovana.

Pois a terça-feira amanheceu com céu nublado, clima perfeito para experimentar o Body Works, spa recomendado pela amiga de uma amiga. Karina e eu gostamos demais da massagem, mas não achamos o atendimento na recepção das melhores. O fato é que o lugar é badalado e muito perto dos principais resorts de Semyniak, então, eu diria que vale a visita. Nós fizemos uma exfoliação de duas horas, com direito a banho de iogurte de coco, um sonho.

O sol insistia em se esconder e fomos gastar as nossas rúpias nas lojinhas na região de Oberoi. As melhores estão listadas abaixo. Tem coisas tão bonitas, outras nem tanto... mas vale separar um tempinho para curtir as modas do lado de cá.

O almoço foi no Cafe Bali, um clima bem ocidental, bem confort food. Voltamos para o hotel, arrumamos roupas e malas e seguimos para um pós-por-do-sol no Ku De Ta, um lounge na boca da praia super bonito.

O jantar, ai meu Deus, foi no Sardine, provavelmente o restaurante mais bonito em que já fui. Ok, talvez empata com o 5Kat de Istambul. Voltando ao Sardine: jantamos numa choupana grande, de móveis rústicos porém delicados, toalhas brancas, água à vontade, garçons com uniformes a la Totem e uma comida levíssima, por um preço muito justo: sashimi apimentadinho + carpaccio de peixe com abacate + peixe na banana com legumes e arroz de jasmim + panqueca de maracujá com frutinhas vermelhas. O espumante era da África do Sul, papai !!

O que mais a pessoa poderia querer da vida? Voltar logo pra Bali com a família toda, ok, Lúcio ?! Me lembro da primeira vez em que saí de Noronha, chorei que nem criança. Não vou dizer que vou chorar, mas que vou lamentar deixar Bali, ah, isso, vou..!

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Orgulho nacional em Bali

Quatro das melhores lojas de Bali são de designers brasileiras: Uma and Leopold, Sabia, Lulu Yasmine e Lili Jean. Uma quinta loja é de outro brasileiro: a By the Sea é o mundo ideal, uma mistura de Totem com Richards. As outras duas top 7, na modesta opinião de quem acabou de descobrir Bali, são: Biasa (a mais linda de todas) e From.

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