Paris blogs and afins
Pra quem planeja viajar a Paris, eu recomendo o obrigatório http://www.conexaoparis.com.br/. E hoje descobri mais dois sites beeem interessantes: http://hipparis.com/ e http://www.haveninparis.com/.
As aventuras de Diana e Luca no Rio de Janeiro
Pra quem planeja viajar a Paris, eu recomendo o obrigatório http://www.conexaoparis.com.br/. E hoje descobri mais dois sites beeem interessantes: http://hipparis.com/ e http://www.haveninparis.com/.
Finalmente tive meu dia cultural. Terca-feira näo eh um bom dia para museus, mas quarta eh. Depois do delicioso jantar de ontem, tive ânimo para organizar toda a mala, ou seja, dormi tarde - e hoje acordei 10h. Pulei da cama, o café do hotel e segui pela Rue du Bac, passando pela pirâmide do Louvre, até o Café Ruc, que os guias dizem ser o preferido do povo descolado da Rive Droîte. Eu näo sou nem uma coisa nem outra, mas tomei meu café com croissant numa mesinha da calcada. Suspiro: a vida é muito boa para mim. Dali, pela Rue Saint Honoré mesmo, cheguei à Colette, uma loja-conceito de design, roupas e outras cositas mas muy lindas e muy caras. Pra näo dizer que näo comprei nada, comprei maquiagem Topshop e canetinhas pro Luca. Paris é chique mas näo tem Topshop, que pena. Virando à esquerda, fui consertar outras duas falhas graves do meu curriculo. Fui conhecer a Chanel original da Rue Cambon 31 (vi, inclusive, a escada que servia de passarela para a estilista) e o belissimo Orangerie, no Jardin de Tuilleries. Tive a sensaçäo de que o museu foi feito para mim, com alguns de meus artistas preferidos: um monte de Renoir, Matisse, Modigliani, Cezanne. Além, claro, da grande estrela do lugar: Claude Monet. Foi atravessar a Concorde, de cara para o Hotel Crillon, com vista para a Torre Eiffel e o Arco do Triunfo, que cheguei ao Grand Palais. Lah tem sempre exposicäo legal e a de agora é um conjunto de quadros e desenhos produzidos por italianos em Roma entre 1600 e 1650. Confesso que eu näo conhecia ninguém, a näo ser um agregado, o espanhol Velasquez (contemporäneo do povo todo), mas gostei do que vi. Um jogo de luz e sombra impecavel, detalhes finissimos, uma arte quase fotografia de täo real. Aii bateu fome e eu refiz o caminho até o Café Ruc. Acompanhada do gato Ruc, local, comi o melhor croque monsieur da vida e saii toda feliz pela Rue Rivoli até o Hotel de Ville. Eu sabia que tinha uma Nike por ali e o Luca precisava ganhar a camisa da seleçäo francesa, listrada de branco e azul. A chuva que ameçava desde cedo caiu no meu caminho para a Île Saint Louis, mas tudo bem, curto Paris até debaixo d'agua. Peguei a Rive Gauche pelo Boulevard Saint Germain onde no numero 34 conheci a Dyptique original e sofisticada, com tapetes no chäo e um mobiliario de boticario de antigamente. Quanta delicadeza. Antes de voltar ao hotel, mais um cholate especial: Pierre Marcolini. Oh my....! Conta acertada, uma ultima salada no M.Henri e um taxi me trouxe até o aeroporto. Saio de Paris com a certeza de que fiz muito mais do que havia programado. As roupas de frio foram para o fundo da mala. De 15oC, vou pra casa dos 30o em Cingapura e Bali. Ainda bem que comprei protetor na farmacia mais barata de Paris. :-). Au revoir!
Mais cafona do que comprar e começar a ler o livro "Comer, rezar, amar" com 159 anos de atraso, é comprar, ler e gostar muito... quando se está comendo loucamente em Paris (ok, não é Roma) e com passagem marcada para Bali. Não pretendo chegar aos finalmentes, afinal sou bem casada no Brasil. Mas já fui até agradecer numa capela a oportunidade de viajar - e o jantar que tive há pouco foi uma benção. Anotem: Le Machon d'Henri, 8 Rue Guisarde. Meia garrafa de Medoc recomendado pelo maître, salada com queijo de cabra quente de entrada e filet mignon de carne de porco com batatas no molho de mostarda com pimenta. Obrigada.
Hoje, eu me cansei. Depois de no-ve horas de sono, mesmo com a diferença de fuso, acordei à 8h. Tomei café com croissant no hotel e, pouco antes das 9h, chegava à fila da Sainte Chapelle. Fazia tempo que eu não encarava, o lugar me parece sempre cheio demais. Cedinho nesta terça-feira, estava tranquilo. Admirei, fotografei, admirei um pouco mais e atravessei o rio Sena. Que lindo ver a île Saint Louis, a Notre-Dame, de manhã. Ainda estava frio e passei na BHV para esquentar. (Essa loja de departamento, aliás, é ótima para maridos pois tem desde produtos para jardinagem até ferramentas, eletrônicos, o que precisar em casa!) Do Hotel de Ville (a prefeitura) até o George Pompidou, um passo e uma decepção. Erro básico: não conferi o horário de funcionamento e o museu estava fechado. Snif, snif. O jeito foi pegar a Rue Rambuteau, comer um chocolatinho na Pralus (35 Rambuteau), continuar nos antiquários e lojinhas da Rue Francs Bourgeois e descansar na Place des Vosges. Paris, com sol e temperatura em torno de 15oC, fica com uma energia muito boa. Gente namorando, tocando violâo, vi um pouco de tudo. Aí bateu a fome e, pela Rue Vielle du Temple, cheguei à Rue Debelleyme e conheci o inglesinho mais badaladinho de Paris: a Rose Bakery, indicada pela minha atenta mãe. Trata-se de um Celeiro, para gente descolada, com pressa, com fome de comida saudável e barata (diferentemente do colega carioca). Couvert excelente, quiche divina, saladinha ídem. Desde a apresentação dos pratos, perfeição. Voltei pela Rue des Rosiers, coração judeu da cidade, que cheira a... falafel! (Viva a combinação de temperos na vida!) Ufa, já estão cansados? Eu estava e peguei metrô até a Champs Elisées. Adoro aquela bagunça, aquela Sephora gigante, a H&M, a varanda do Ladurée, a turistada cheia de sacolas de marca, a gastança louca. Falando nisso, estreei numa área que até então desconhecia: a Avenue Montagne. Eu sei, é ridículo, mas em tantas vezes de Paris, nunca tinha ído. Interessante, o passeio. Vi 90% de turistas, 10% de franceses. Na Chanel, então, eu diria que os "de fora" eram 99% com seus bolsos cheios de dinheiro. :-) Nem fiquei com vergonha de entrar, haha. Mas eu gostei mesmo foi da Céline, que loja fina e elegante! Continuei andando até a Ponte D'Alma de onde fotografei a Torre Eifel. Nesse ponto, eu já estava exausta mesmo e peguei o metrô de volta. Não sem antes experimentar uma bomba de cho-co-la-te da http://www.un-dimanche-a-paris.com/. Agora estou dando um tempinho no quarto, para jantar. Vou testar o Machon d'Henri, aqui ao lado.
Tirei férias da minha vida e peguei um avião pra Paris. Não que a minha vida não seja boa, na verdade ela é muito boa. Mas que mãe que trabalha que não gostaria de um tempo livre pra si, para curtir o silêncio, para olhar o que está em volta com calma. Pela primeira vez em oito anos, consegui: embarquei sem marido, sem filhos e sem trabalho por duas semanas. Meus planos eram Paris + Tóquio. Por motivos óbvios, tive de dar uma reestruturada no roteiro. Mantive duas noites Paris e daqui vou pra Cingapura e Bali. Estou num três estrelas muitíssimo fofo (http://www.hotel-paris-laperle.com/), com uma história pra contar. Quando vim visitar a Isabela Caban, grávida do Luca, conheci com ela uma creperia muito simpática, exatamente na Rue de Canettes. Não foi somente a delícia de recordar que me escolher o La Perle. A localização é espetacular para quem está viajando sozinha: central e ao mesmo tempo com silêncio de sobra. (De novo ele, precioso e raro...!)
A gente foi de trem para a Disney. O trajeto não leva nem uma hora, eh seguro e confortavel. Pedrinho, Graziela (a prima fofa), Luca, Lucio e eu soh não tivemos sorte com a data. Seria feriado na terça-feira, ou seja, o parque naquele sabado estava lotado de franceses. O que não tirou o brilho de nossas atrações preferidas de Orlando com sotaque local: montanha-russa do Nemo, do Aerosmith, Space Mountain, o doce passeio do Peter Pan, Piratas do Caribe, Buzz Light Year, a Casa Mal Assombrada e assim por diante.
O domingo me lembrou Nova York. Depois da canseira da Disney e por causa do fuso horario, acordamos tarde para um longo brunch em casa. Os melhores queijos, as baquetes mais deliciosas, o papo otimo de sempre.
Marcadores: Paris
A segunda-feira foi um dia pra nenhum guia turistico botar defeito. Tracei um plano que seguimos a risca: Lucio, Luca e eu. Abrimos os trabalhos na Notre-Dame. Como jah tinhamos lido o "Corcunda de Notre Dame", gastamos uns bons minutos imaginando se Quasimodo estaria lah, com os sinos que badalaram no momento em que chegamos ao lugar.
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Depois de dias nublados, o sol de terça-feira combinava com a programação da hora. No Bois de Bologne (que, no feriado por causa dos 90 anos da I Guerra Mundial, parecia Central Park aos domingos), entramos no Jardin d'Acclimatation. Quem quer que viaje com crianças para Paris TEM de conhecer. Tem fazendinha, pracinhas de areia, pais com seus filhos de todas as idades, brinquedos da nossa infância, bate-bate, montanhas-russas, chapeu mexicano, muito espaço, muita beleza. O Luca amou. Disse que tanto quanto a Disney. Surtou ao escalar essa enorme "aranha", da foto abaixo.
Marcadores: Paris
Que glória que é saber que você (eu, no caso) ainda tem muito a aprender sobre arte. Por exemplo, na quarta-feira, dia 12, fui a uma das exposições mais interessantes da minha vida. Até fevereiro, o Museu Luxemburgo, no jardim de mesmo nome, abriga algumas das 862 obras que pertencem ao empresário português José Berardo. "De Miró a Warhol" deixa bem evidente o gosto eclético e corajoso do colecionador. Muitos dos quadros, reconheci de longe. Mas amei os trabalhos, para mim inéditos, de Lourdes Castro, Maria Helena Vieira da Silva, Lucio Fontana.
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O aniversário era da nossa amiga Sônia mas quem ganhou presente fui eu. Enquanto o Luca e o Lúcio decidiram subir a Torre Eiffel (no momento em que agricultores franceses faziam seu protesto com ovelhas no Campo de Marte), Sônia e eu batíamos perna no Marais. Ah, o Marais!
Marcadores: Paris
O último dia em Paris foi longo. Achei que o vôo para o Brasil seria cedo, mas que nada. Saímos de casa para o aeroporto somente às 20h. Diante disso, a manhã foi de caminhada pelo Quartier Latin, com destaque para a Rue Saint Andre des Arts. Visitamos lojinhas, saboreamos crepes de Nutella, passamos por barracas de frutas, verduras, crustáceos - e entramos na Eva Baz'Art (uma espécie de Pylones, mais voltada para a cozinha).
Marcadores: Paris
Achei dicas de lojas muito fofas de artigos de decoração para crianças, em Paris, claro, no excelente www.conexaoparis.com.br. Acho que não terei tempo de visitar, mas os endereços estão anotados.
Quem diria que uma dica do Glamurama me interessaria tanto! Olha o que a turma descolada da Joyce Pascovitch trouxe essa semana: "Um fenômeno interessante está acontecendo na moda parisiense: o destaque das “middle brands”. Marcas hypadas com preços e qualidade que chegaram ao mercado, posicionadas entre as gigantes de fast-fashion e grandes marcas. Com um estilo urban-chic estão a Maje e a ba&sh , seguindo a linha meio vintage vem a Manoush e, para as minimalistas, a Sandro. Quatro marcas que prometem." Serah que eu vou conseguir conhecer pelo menos uma dessas lojas...
Eu tenho escrito quase nada aqui porque a vida real anda meio tumultuada, no bom sentido. Lucio voltou depois de 38 dias de viagem, Diana não desgruda um segundo da gente, Luca passou uma belissima semana em Passo Fundo rodeado de atenção e diversão, a obra na cozinha avança enquanto a gente se vira com refeições improvisadas na sala - e eu tenho trabalhado longas horas. Não posso reclamar da vida principalmente porque viajaremos na primeira semana de novembro para Paris. A vida pode ser bela.
Marcadores: Paris, Passo Fundo, Viagens
De tanto ouvir maravilhas sobre ele - principalmente no divertido blog da Victoria, linkado ao lado - estou louca para conhecer alguma loja Shu Uemura, para comprar o famoso curvex (!) e "outras cositas mas". Descobri uma lojinha em Paris, que não serah complicada de achar: 176 Boulevard St-Germain, 6e, St-Germain-des-Pres.
Enquanto aguardo (ansiosamente) as dicas da Isabela, minha eterna parisiense que acaba de voltar de Paris, escrevo aqui o nome de uma sapataria maravilhosa, que conheci quando estava gravida do Luca. A http://www.clif-paris.com/ foi recomedação da minha mãe. O scarpin de salto quadrado que comprei em 2001 jah me salvou dezenas de vezes. Alias, sempre que estou em duvida sobre o que calçar, eh ao Clif que recorro.
Depois dessa orgia de boteco, o Luca foi brincar na casa de um amigo, nós aproveitamos a Diana, passeamos com ela pela Letras & Expressões e fomos buscar DVDs para depois que a pequena caísse no sono.
Tem viagem em que a gente só pensa em compras e museus. Tem viagem em que a gente só pensa em comida e museus. Paris, em novembro, vai misturar os dois estilos. Hoje, depois de passear pelo itgirls e chegar ao site da RGVogue, conferi algumas dicas das irmãs Capeto sobre a capital francesa. Segundo a Juliana C., o bistrô imperdível é http://www.chezjanou.com/. Não deixem de assistir ao filminho, tãããããããão chique!
Marcadores: Paris, restaurante
Eu ontem almocei e jantei no Lorenzo, bistrô recém-inaugurado no Jardim Botânico. Derrapei no almoço, mas acertei no jantar. Não deveria ter ousado no mexilhão com fritas. Grande, sem comparação com o que comia no belga perto de casa em NY. Mas, porém, à noite, por recomendação da minha amiga Quetinha, provei um excelente bife de vitela à milanesa. A saladinha de rúcula com tomate cereja merecia um risotinho de limão para acompanhar, mas a Quet's vai reclamar com o dono, posso ficar tranqüila. Porque eu quero voltar, de pereferência com ela e a Lu, amiga de trabalho, de gravidez e agora de escola das crianças. E, por falar em filhos, eu comecei a pesquisar restaurantes "child-friendly" em Paris, para levar o Luca em novembro. Achei esse bistrô bacaninha, da foto acima. Ainda não consegui descobrir se o Bistrot d'a Cote Flaubert é freqüentável ou se os preços são apenas pra gente grande.
Marcadores: Paris, restaurantes