As aventuras de Diana e Luca no Rio de Janeiro

terça-feira, 20 de abril de 2010

Lisboa - Day 2

Já que estamos longe do centro histórico e perto de uma bela área de compras, acordei cedo, tomei café no quarto e saí para bater perna por Louis Vuitton, Longchamps, Furla (mãe, não achei tua bolsa!), Burberry. Olhar coisas bonitas não tira pedaço e é óbvio que deixei o Lúcio no quarto, olhando as notícias, se arrumando com calma. Quando nos encontramos, fomos a pé pelo Parque Jorge VII até o El Corte Inglés. A vista até o Rio Tejo é maravilhosa, mesmo com tempo nublado. Na loja de departamentos, suspirei pelos cosméticos e pelos óculos escuros. Mais, não vi, justamente... porque estava com o Lúcio. Homem não nasceu para frequentar esse tipo de lugar! Ali ao lado, no parque mesmo, almoçamos no Eleven - o único com uma estrela do guia Michelin em Lisboa. Eu dei muita sorte e pedi um menu de dois pratos e duas taças de vinho para acompanhar, por 36 Euros. Fui de sopa fria de melão com camarões temperados e uma lasca de parma torradinho. Muito diferente e gostoso! O prato principal foi um "porco preto com ameijoas", uma espécie de linguiça com carne de lombinho de porco e mariscos, sobre uma batata deliciosa. O Lúcio aprovou o couvert simples e o carré de cordeiro com risoto de aipo. Para finalizar, pedimos expresso e recebemos de brinde uma torrezinha de biscoitos divinos. Conta final: 85 Euros. Nada mal para um restaurante tão conceituado, com vista sobre Lisboa, atendimento e apresentação de pratos impecáveis. Como na véspera, para gastar energia, descemos da estação São Sebastião até a Oriente, onde encontramos o Centro Comercial Vasco da Gama e todo o complexo construído à beira do rio para a Expo da cidade. Por que os cariocas não têm nada assim, que inveja! O Oceanário foi um passeio que misturou culpa e deslumbramento. Foi o aquário mais bonito da vida do Lúcio e as crianças não estavam conosco. São três andares de várias galerias interligadas por um único tanque imenso, com tubarões, raias, moréias, peixe-lua, peixes grandes, pequenos, estrelas do mar, um visual tão rico. Tiramos muitas fotos, de babar mesmo. A lojinha, ao fim do passeio, é de enlouquecer e cada filho ganhou dois presentes ao contrário do que havíamos pensado: um para cada. Ah, a culpa! Andamos, andamos e voltamos de metrô até a parada de Santa Apolônia, onde eu esperava um cais cheio de bares e restaurantes. Não há nada assim, mas existe um pequenino complexo com loja de disco, de decoração, restaurante do John Malkovitch (Bica da Sapata) e pizzaria. A Casanova foi uma ótima dica que li na Time Out. São mesas comunitárias, compridas e badaladas, sob uma iluminação antiguinha. Às 19h, era uma paz só. A pizza Capri, uma marguerita com tomates cerejas, dá para duas pessoas e estava um show, na opinião do Lúcio, muito exigente nesse quesito. Mais um sucesso que só a pesquisa antes da viagem proporciona, hehe. De volta ao hotel, mortos, tomamos banho e um drinque no bar do Eurostars para dormir que nem anjo. Logo mais vamos pra Turquia, o outro país da Europa que, parece, manteve seus aeroportos abertos, como o de Portugal. Pergunta: nós tivemos sorte ou o quê em programar esses dois países meses atrás..., quando o vulcão islandês dormia o mais profundo de seus sonos!

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2 Comentários:

Blogger Clarissa Felix disse...

Cris, não acreditei na sorte de vocês! Que luz!!!
Bem, acompanho teu blog há muito tempo...tirei muitas dicas para a viagem que fizemos ano passado a Paris, com nossa filha de 4 anos. Bem, no próximo mês estamos com viagem marcada para Turquia (Istambul/Capadocia/Kusadasi. Aguardo próximos relatos. Divirtam-se! Clarissa

20 de abril de 2010 08:28

 
Anonymous Anônimo disse...

O nome do parque é Eduardo VII
Peguem um comboio no Cais do Sodré
e vão até Cascais (passam antes pelo Estoril) um é colado no outro.
Este trajeto desde Lisboa é hiper perto. Aproveitem. Bons passeios!

20 de abril de 2010 12:51

 

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