As aventuras de Diana e Luca no Rio de Janeiro

domingo, 30 de agosto de 2009

From 9 to 9

A gente fazia muito isso em NY: saía de casa às 9h e voltava às 21h. Claro, Lúcio e eu tínhamos um único filho e nenhuma babá de fim de semana. Ficar na rua muitas vezes cansava menos do que passar o dia em casa. Hoje relembramos os velhos tempos, ao tomar café cedo no Babushka (com os pães estupendos de http://www.labicyclette.com.br/, estacionada ao lado) e emendar uma deliciosa praia de inverno.
Após o banho, 45 minutos de chão até Vargem Grande. O http://www.gugut.com.br/ é atualmente meu restaurante preferido, pela comida, pela caipirinha, pelo espaço, por ser elegante e child-friendly ao mesmo tempo. Diana e Luca adoram.
Na volta, parada no Via Parque, para o Big Baby assistir ao ídolo Ben 10, com os amigos da escola.
Eu achei o show extremamente fraco, vergonhoso. O Luca achou o máximo. Ele deve estar certo. Para arrematar, voltinha no Rio Design do Leblon, capuccino no Café com Q? e frozen iogurt do Yogoberry.


- Hum, mãe, essa cobertura de yummie bears (jujubas em forma de ursinhos) está me lembrando Nova York.

Metido, esse menino. Mas sabe das coisas.

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Amigas do Parque Lage



Um dos blogs que me inspiraram a ter o meu próprio foi o "Amigas da Pracinha", ótimo para mães interessadas em fugir do óbvio no Rio de Janeiro. As meninas do Jardim Botânico têm contatos, escrevem com graça, são bem informadas, sabem o que rola de interessante na cidade. Dois anos e pouco depois de voltar de Nova York, finalmente fui a um troca-troca de livros que as mamães promovem todo mês. Foi no Parque Lage, na manhã de sol de sábado. Tinha a animação educativa do grupo Panos pra Manga. E a Diana botou a mão na massa de farinha, sal e gelatina em pó. (?!) Aproveitamos para encontrar amigos por acaso, assistir a um teatrinho bumba-meu-boi, respirar ar puro, ver pais presentes e participativos. Que ambiente delicioso. Reparem na minha expressão, na foto que a Diana bateu.

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Doçura

Uma das coisas que mais me encantam na Diana é a relação que ela tem com as bonecas. A Di cuida das "meninas" como se fossem suas filhas. É verdade que de vez em quando joga uma no chão, esquece no porta-mala do carro, mas, em geral, dá mamadeira, faz papinha, bota pra dormir, dá banho. As preferidas são as Corolle (uma delas, apesar de ser de pano, é própria para molhar), mas Charlie & Lola recentemente têm sido um sucesso. Assim como a Miney - oumelhor, a Minnie.

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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

À deriva

A minha ausência do blog se deve a uma sobrecarga de trabalho nunca antes vista. Não reclamo porque gosto de desafios - no emprego e na vida real. Para não deixar a peteca cair, conseguimos ontem ir ao cinema: Lúcio e eu. (Afinal, como eu sempre digo, adulto também merece um tempo para si.) Fomos assistir ao novo filme de Heitor Dhalia, "À deriva". Tudo que eu esperava mais um pouco. A inocência dos 14 anos, as férias na praia, a cadeira de vime em forma de ovo que meus pais tinham na casa do Peró (Cabo Frio) no fim dos anos 70, a conversa fiada com os amigos, os passeios de bicicleta no chão de terra, a imensidão do mar de Búzios, uma vida feliz, mas nem tanto. O filme na verdade é sobre uma menina que descobre, nas férias de sonho, a crise no casamento de seus pais. As atuações, os diálogos, o figurino, a direção, parece tudo tão real. Nunca experimentei a angústia de uma separação, tenho a sorte de ter pais casados até hoje, mas não dá para não se identificar com a história. Não dá para não querer ficar casado para sempre!

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Back to ballet

Depois do fracasso no semestre passado, Diana e suas colegas de turma se uniram em um movimento pró-aula. Querem uma segunda chance para se tornarem bailarinas. Hoje, tiveram a primeira tentativa de ajustar o sonho do ballet à disciplina dos exercícios. Parece que se saíram bem. Vamos ver se a professora as aceita de volta!

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Big Blue

Eu que sempre admirei Jacques Mayol e decorei trechos inteiros do filme "Imensidão Azul", descobri hoje que tenho um golfinho em casa. Luca, na natação, mergulhou de ponta em um lado da piscina de adulto e nadou até o fim, debaixo d'água, sem respirar. Que máximo. Nenhuma outra criança foi tão bem no exercício, nem os professores se seguraram de tanto orgulho.

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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Teatrinho

Como todos os pais do mundo, acho que tenho dois bons atores em potencial em casa. O Luca faz peças, dirige a irmã, os amigos. Assina o roteiro, inclusive. Mas a Diana... que coisa mais linda. Hoje, enquanto me arrumava no quarto para trabalhar, ela trancou a porta e ficou rugindo, vestida de leãozinho.

- Mãe, me ajuda, faz barulho para espantar os caçadores. Assim, ó. Rrrrrrr...! Você é a mamãe leoa, o papai é o leão, e o Luca é o leãozinho.

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Sem registro

Pela primeira vez, passamos um fim de semana sem foto, muito estranho. Mas não temos do que reclamar. Apesar da chuva e do meu plantão, Lúcio e as crianças aproveitaram bem a manhã de sábado e ainda assistiram a "O cavalinho azul", de Maria Clara Machado, no Teatro Tablado. Eu queria ter levado os dois, mas não foi dessa vez. Diana sentiu um pouco de medo, Luca não desgrudou os olhos. Nessas horas, bate uma certa culpa, afinal, com menos de dois anos, o Big Baby frequentava o cinema que nem gente grande. Nesse ponto, Diana está um pouco atrás pois o ritmo com dois filhos é diferente: ela não goza da exclusividade que o rimão um dia conheceu. Domingo foi dia de a família se dividir. Luca e Lúcio seguiram para o calçadão do Leblon. Diana e eu, para o mar de livros da Argumento. Todo domingo, às 11h, tem Tapetes Contadores de Histórias. Eu já tinha ouvido falar, Diana até conhecia, mas eu fiquei deslumbrada com tanto bom gosto e delicadeza. Não dá para deixar de prestar atenção um único segundo. O fim de tarde foi de clube com os amigos da escola e cineminha para mim e para o Lúcio. "Se beber, não case" é um besteirol gigantesco, mas ri de chorar em alguns momentos. É isso, estou com saudade de escrever mais por aqui.

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terça-feira, 18 de agosto de 2009

Gente bonita

Davi e Luca, de bobeira em Búzios

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terça-feira, 11 de agosto de 2009

Jardim Botânico - Kids Tour!

Looks do fim de semana

domingo, 9 de agosto de 2009

Fato

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Jogo dos sete erros

Eu corro o risco de ser condenada (!), mas, antes de criticar a alimentação de americanos, preciso fazer um mea-culpa carioca. Hoje, num lindo domingo de sol, presente de dia dos pais, resolvi acompanhar o Lúcio e as crianças ao calçadão do Leblon. Confesso que não gosto muito da combinação asfalto quente com um monte de gente, prefiro a praia em si, mas hoje encarei a Delfim Moreira fechada. Ao chegar em casa, fiz as contas: depois de um bom café da manhã no Cafeína, foram dois picolés, quatro caixinhas de estalinhos, um milho verde, sete minutos de pula-pula, e muitos pedidos para pipoca, mais picolé, balões, bolas de futebol etc.

É que a oferta é muito grande, uma tentação para as crianças. Nos três anos em NY (eu sei, Manhattan/Brooklyn não são EUA), nunca vi ninguém vendendo absolutamente nada nas pracinhas, no Central Park, na porta da escola. Muito pelo contrário: as mães preparam lanches saudáveis como cenoura crua pequena, caixinhas de suco de maçã orgânico, uvas, passas, biscoitinho assado. Me lembro do susto que elas tomaram ao ver nas festinhas brasileiras do Luca uma bandeja lotada de brigadeiro. "Que delícia, maravilhoso, mas um é mais do que suficiente. Melhor é o pão de queijo, parece mais leve".
Imaginem o quanto essas mães ficariam horrorizadas ao notar que agora meus lindos filhos atacam a mesa de doces antes dos parabéns e pedem muita coisa trash num simples passeio à praia. A Diana hoje não sabia para onde olhar, nem o que mais pedir. Uma mãe inglesa, que atualmente mora no Rio, escreveu que os filhos cariocas são criados à base de açúcar. Me deu uma certa raiva quando li o artigo no Times - mas infelizmente a autora não deixa de ter uma certa razão...! Reparem nas tentações abaixo!



Ah, 7 minutos no pula-pula custam R$ 8. "Por R$ 10, você leva a bola também!" Alguém aí precisa de mais uma bola em casa?!

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sábado, 8 de agosto de 2009

Testemunha

Parece que a nossa ex-vizinhança está tendo dias movimentados novamente. Depois de assistir no comeco do ano ao resgate dos passageiros que sobreviveram ao pouso de um avião no Hudson River, hoje, os moradores do nosso antigo prédio puderam praticamente acompanhar da janela outra operação - dessa vez, sem final feliz.

Um helicóptero e um avião se chocaram nesse sábado, perto de Hoboken, Nova Jersey. A nossa casa em Manhattan ficava do outro lado do rio, mais ao sul da ilha. No edifício de tijolos e janelas escuras, de frente para a água, perto do prédio mais alto da foto abaixo, da agência AP.

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quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Nova fase

Houve uma época em que eu tinha a impressão de que a Diana era mais agarrada com a gente do que o Luca. Não sei se ainda penso assim. Nas duas últimas festas infantis, a primeira comigo e a segunda com a Jô, a Di ficou praticamente todo o tempo sozinha. Pedia a ajuda dos animadores, subia e descia dos brinquedos sem medo, se divertia com o irmão, com crianças nunca antes vistas, lanchava sem o apoio de ninguém.

Eu sei que é o máximo ver que ela realmente aprendeu a se virar - mas, no sábado, levei um susto quando a vi de unhas... amarelas. Eu conversava animadamente com as mães dos amigos do Luca, de olho na Di que estava com a moça das tatuagens coloridas. Ao notar um vidrinho de es-mal-te e duas mãozinhas esticadíssimas, corri. Era tarde, a primeira camada já tinha sido passada. E a foto foi devidamente tirada para a eternidade.

- Pelo menos a Di não escolheu cor de rosa, café, chocolate, vermelho... Amarelo é mesmo uma brincadeira! - tentei convencer o Lúcio, de semblante preocupado.

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Prontos pra festa

domingo, 2 de agosto de 2009

Agenda social

Desde que as crianças nasceram, como milhões de pais, Lúcio e eu montamos a nossa agenda de acordo com Luca e Diana. No fim de semana, teve de tudo: casa de festas ao meio-dia, loja de brinquedos para comprar presente, batizado, teatro com amiguinho em casa, "A Bela e a Fera" no Vivo Rio. Foi tudo muito bom, mas ufa. Amanhã, vou descansar no trabalho. Como milhões de outras mães.

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Luca e suas máximas

Luca e eu olhamos algumas fotos de Nova York essa semana. Ele já se esqueceu de muita coisa, infelizmente. Se lembrou da Estátua da Liberdade, que ficava perto de casa.

- Mãe, é porque nos Estados Unidos tem liberdade?
- É, pode-se dizer que sim.
- Que legal, lá não deve ter dever de casa!

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sábado, 1 de agosto de 2009

Os primos

Apesar de 90% da família morar em Minas, eu sempre tive um contato muito próximo com meus primos. O telefone funcionava sempre, as férias eram sempre lá. Quando eu me "mudava" para a casa da avó Maria, a prima Fabiana mudava junto, para ter certeza de que o amor seria distribuído de forma igual. Detalhe: até hoje, a Fá mora na mesmíssima cidade e compete comigo o título de neta preferida. Que bom que tem gente que não amadurece nunca. Pois a madrinha da Diana, não parece, já é avó. O Francisco é um pouco mais novo que a Di e lida muito bem com a onipresença da afilhada da avó dele: nos porta-retratos, nos vídeos que a gente manda pelo correio, nas longas temporadas em Passo Fundo. Francisco e Diana brincam lindamente. E uma das manias dele atualmente é visitar o blog para matar a saudade. Por isso, o post abaixo, de quando eu tentava dirigir Luca e Di para uma foto marcante em Noronha: no Bar do Duda-Rei, no mesmo ângulo de uma outra imagem publicada aqui em julho de 2008. A música combina com o cima zen que o Luca queria imprimir na nova foto. Reparem.

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