As aventuras de Diana e Luca no Rio de Janeiro

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Inverno em Búzios


segunda-feira, 23 de junho de 2008

Margem do rio Guamá


Belém do Pará

Eu brinquei com uma amiga de Fortaleza que devo ter coração de vira-lata. Me apaixono pelos lugares por onde passo com uma facilidade...! É claro que só mudaria do Rio se fosse para Nova York (e vice-versa), mas começo a desejar que minhas férias do ano que vem sejam no Pará. Pode até parecer exótico, mas passei cinco belos dias em Belém na semana passada. Fui a trabalho, mas encontrei tempo para :

- notar o trabalho de recuperação de prédios históricos em toda a capital paraense;
- visitar o maravilhoso http://www.theatrodapaz.pa.gov.br/, inspirado no Scala de Milão, construído em 1874;
- ficar zonza com a pressa e a lotação do comércio de rua no centro histórico;
- me encantar com as cores e cheiros do mercado Ver-o-Peso, em funcionamento desde 1901;
- notar que o http://www.estacaodasdocas.com.br/ merece ser copiado por outras capitais, inclusive o Rio;
- comer uma casquinha de caranguejo com jambu na varanda do Boteco das Onze Janelas, para depois sentir a boca anestesiada pela folhinha verde tão inocente;
- descobrir por acaso o bar moderninho freqüentado por artistas e jornalistas: a Taberna São Jorge serve um mexidão em cuia de marmita, hum...;
- passear de barco pelo rio, ouvir a doçura do ritmo carimbó, me emocionar com os ribeirinhos em busca de um alento em seus botes, descobrir que a areia é clara enquanto a água é escura, fotografar pés e mais pés de açaí - alimento que os paraenses consomem como se fosse arroz-com-feijão;
- ouvir uma banda de rock ao vivo no Boêmio, antes de assistir ao jogo do Brasil pelo SporTV (tchau Galvão!);
- me deslumbrar com a elegância do Mangal das Garças, restaurante no meio de um parque ecológico, onde também funciona um museu da navegação de rios (que ainda vou conhecer um dia);
- me fartar de sorvete Cairu (teperebá e tapicoca), pato/frango/camarão no tucupi; filés de filhote, ufa, acho que exagerei;
- rever e fazer novos amigos;
- agradecer por tudo na Basílica de Nazaré.

Emfim, eu já esperava que Belém seria bacana. Uma grande amiga, que trabalhou comigo em Nova York, sempre fez propaganda. Agora quem faz sou eu. Lúcio está resistente, mas quem sabe não voltaremos todos em 2009? Ainda precisamos conhecer a Ilha de Marajó, Salinas, Santarém...

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Mercado Ver-o-Peso


Pais viajantes

Enquanto eu estive em Belém, o Lúcio viajou - também a trabalho - pelo Peru e pelo Chile. As crianças? Ficaram aos cuidados da santa babá e dos meus pais. Luca ficou bem o tempo todo, ele sabe que vamos voltar. Diana, curiosamente, caiu de gripe. Por que será que hoje começou a dar sinais de melhora? Desde cedo, manipulando a família...!

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terça-feira, 10 de junho de 2008

Luca, designer


Criatividade

O Luca anda tão empolgado com a escola e principalmente com as aulas de artes que deu para fazer uns trabalhos em casa. Ontem, quando cheguei, ele estava de malas prontas (!) para as férias (!!) em Minas, na fazenda do meu pai.

- Filho, ainda faltam 40 dias.
- Mas tudo que eu preciso está aqui, mãe.

O Baby usou algumas caixinhas velhas, fita crepe, adesivos, cola, pilot, um chocalho indígena e deu uma de designer. Dentro da "mala" produzida por ele, figurinhas, dinheiro de mentirinha, barbante, coisas "úteis" assim. Eu achei o máximo, a criatividade. Quem sabe o Luca não será arquiteto?

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Tudo diferente

Diana faz coisas com um ano e quase sete meses que o Luca demorou bem mais a fazer. Não é porque ela seja mais inteligente, é claro. É porque a Di tem um exemplo a seguir, um irmão mais velho - e a gente permite a ela que se arrisque mais, que tente fazer coisas sozinhas mais freqüentemente. Com a comida, abaixo, foi assim.

Mas, de um fato, um dia, o Luca vai se orgulhar. Ele foi muito mais fotografado do que a irmã, tem clipes e documentários inteiros sobre a vida dele... até completar quatro anos e a Diana nascer. Quem tem dois filhos sabe que a rotina é muito mais carregada do que para quem tem filho único. Sobra pouco tempo para produzir filmetes como esses, que registravam o Luca com um aninho. Diana até ganhou um videozinho no primeiro aniversário. Mas o Baby original tem muitas versões.

Eu e o Lúcio, a gente se desdobrava nesses free-lances afetivos. Ficávamos até tarde, escolhendo as fotos, as melhores imagens, a música que pontuaria a história. Eu escrevia o texto, a gente incomodava amigos para gravarem o "off", o Lúcio editava enquanto aprendia a mexer no Adobe Première. O sucesso entre os amigos foi tanto que às vezes penso em fazer disso uma segunda atividade profissional. Quem sabe quando as crianças crescerem...!

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Rápido demais!!!

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segunda-feira, 9 de junho de 2008

Independência

Diana deu pra brigar na cadeirinha. Não aceita mais que a gente dê comida na boca. Prefere comer sozinha. Detalhe: com a mão esquerda.

- Ela é gafanhota - disse o Luca, mas eu não sei se a Diana é mesmo canhota.

Nossa pequena anda repetindo tudo, cada vez mais. De vez em quando, junta duas palavras. Mas é preguiçosa que só na hora de se comunicar. A gente já se acostumou, entende sempre o que ela quer dizer. Por isso, acho que temos de arrumar uma escolinha, para que a Di invente mais. Não só por isso. Diana gosta de desenhar, brincar com os livros, aceita dividir brinquedos, vai ser bom fazer amigos. Quem sabe em agosto?

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Jantar da Diana

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domingo, 8 de junho de 2008

Novos sabores

Quero muito conhecer.

Muggia
(para bolsas e roupas da estilista da Osklen)
Real Grandeza, 182, casa 8
Botafogo
21-3511 5470.

Copa Café
(para provar um hambúrguer de cordeiro)
Avenida Atlântica, 3056
Copacabana
21-2235-2947 e 2255-5343
segunda a domingo, 12h às 2h.

Filhas de Gaia
(roupas modernas)
Duque Estrada, casa 7
Gávea
21-2540-0150

Atelier da Andréa Marques
(ex-estilista da Maria Bonita Extra)
Bairro do Horto
21-2239-6330

Quero muito conhecer. Só pra olhar. (Menos o hambúrguer, é claro!)

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Samba da Ouvidor, by Luca

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Downtown Rio

Depois de umas comprinhas na Richard's Off, no Leblon, Diana e eu seguimos para a sala de brinquedos do Rio Design. Eu sempre achei um absurdo pagar R$ 13 para a criança brincar uma hora ali dentro. Mas a nossa pequena adora. Durante 60 minutos, brincamos de casinha, de cozinha, de carrinho, Diana se jogou na piscina de bolinhas, uma festa. Um dinheiro bem gasto, no fim das contas. A bichinha ficou pregada. Almoçou e capotou no berço.

Já Lúcio, Luca e eu seguimos para o Centro. Deixamos o carro na Rio Branco e, famintos, fomos buscar uma feijoada nas ruas do Ouvidor e do Rosário, atrás do Paço Imperial - onde veríamos mais tarde a bela exposição do Carlos Vergara. Ficamos de olho na Brasserie do Rosário e no Casual, mas optamos pelo Antigamente. A picanha do Luca era feia de dar vergonha, mas o nosso feijão estava bem decente. Boa também, estava a Original, branquinha por fora de tão gelada.

De sobremesa, ganhamos uma roda de samba no meio da rua. Luca não tirou o olho. Fotografou, filmou.

- Olha, mãe, o cavaquinho dele é menor do que o meu!

Que programa bacana. Muita criança, Luca até fez amizade com o menino da mesa ao lado, famílias inteiras, gente do samba como Cristina Buarque, em pleno centro da cidade, no meio da tarde, em segurança. Saímos com o coração leve para a exposição no Paço. Quando chegamos em casa, Diana estava feliz e mimada pelos primos Camila e Sérgio, que vieram de Búzios, a caminho de Florianópolis, só para matar a saudade do Luca e da Di.

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O mesmo andar


Vergara: Paço Imperial

Meu sonho bem distante no momento é comprar uma tela de Carlos Vergara. Nem sei quanto custa, mas sei que está muito além do que conseguiria gastar. Portanto, aproveitei cada segundo da exposição de quadros produzidos por ele entre 2007 e 2008, inspirados em São Miguel das Missões, Rio Grande do Sul.

A Veja Rio recomenda assim: "Entre as dezessete grandes pinturas em monotipia sobre lona crua, a que fica na sala onde a princesa Isabel assinou a Lei Áurea impressiona pelas generosas dimensões: tem 3 metros de altura e 7 de comprimento. Uma parede repleta de lenços de bolso pintados com a mesma técnica também chama atenção, mas surpresa mesmo causam as dez fotografias que, trabalhadas no computador, compõem mosaicos com um curioso efeito de 3D."

Essas fotos deixaram o Lúcio boquiaberto. O Luca adorou ter visões diferentes de uma mesma obra de arte, como ele gosta de dizer. Variações sobre o mesmo tema, sobre a mesma imagem.

- Irado - ele dizia.

Ou seja, quem disse que criança não gosta de museu?

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Show!



Sex & the City - & Mom

Chamei minha mãe para ver Carrie Bradshaw e sua turma no cinema. O mais indicado seria levar minha irmã, mas ela só pensa em estudar atualmente. Portanto, mamãe e eu encaramos juntas, duas gerações diferentes, uma certa fila para entrar no Leblon 1, sábado á noite. Foi interessante observar produções muito mais ousadas do que para qualquer outro filme em cartaz. Vi salto alto, sobreposições e até bolsa dourada. Era como se NY ditasse o tom naquela calçada do Leblon. Sou suspeita, eu sei, mas adorei o filme, me emocionei em alguma partes, torci demais pelo Big, detestei algumas roupas, adorei outras, me encantei com o carisma de Jennifer Hudson, com o talento das quatro amigas inseparáveis. Reconheci muitas situações da série de TV, mas mesmo minha mãe, que nunca tinha visto um episódio sequer, deu boas risadas. Principalmente com a impagável Samantha. Gostou mais do que esperava do filme. Eu também, tanto que quero ver novamente com minhas amigas.

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O filme!



quarta-feira, 4 de junho de 2008

Fashion Moleskine

Eu nunca fui vaidosa. Na adolescência, fazia o estilo hippie-surfista, se é que isso é possível. Na faculdade, era hippie-intelectual-wanna-be. Depois, tentei o hippie-chique, sem muito sucesso. Hoje, aos 36 anos, estou adorando moda. Desde que descobri o blog da Cris Guerra, linkado à direita, tento ao máximo aproveitar todas as roupas que tenho no armário. Repito peças (infinitamente mais modesas do que as da Cris, em quantidade e preço), mas procuro não repetir produções. É uma brincadeira ótima, que faço antes de dormir ou antes de sair para o trabalho. A Diana acompanha o prova daqui, troca dali. Quero que ela seja vaidosa desde sempre. Outro dia, ela me encheu de orgulho ao entrar na Cas, do edifício Palm Beah, do Leblon, dizendo, eufórica:

- Papato, papato!

Acho que vi seus olhos brilhares diante daqueles lindos pares de sapatos. Os meus, pelo menos, estavam soltando faísca. Em casa, Diana também me vê surfando na internet, passeando por sites deliciosamente fúteis como instyle.com, itgirls.com.br, adrianabarra.com.br, modices.com.br, daniellamartins.com.br, oficinadeestilo.com.br, diadebeaute.wordpress.com. Tanta informação, claro, não me impede de cometer deslizes, de fazer a combinação errada, de desejar a roupa da próxima. Cometo muitos enganos, mas o principal deles, não cometo mais. Não tenho mais medo de inventar, de errar ou de acertar.

Aí comprei um Moleskine em Nova York. Recorto fotos de revistas, de sonhos meus de consumo distantes, ou nem tão distantes assim, alguns até possíveis, colo tudo e aos poucos produzo um caderninho de moda para a Diana ver o que foi "fashion" um dia. Ela pode até, quem sabe, dar muita risada no futuro.

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Lady Robot

Baby Ovo

Quem parou na Bebê com Açucar e na Mini Humanos, como eu, vai adorar descobrir mais uma marca descolada de roupas para bebês e crianças: babyovo.com. Sen-sa-ci-o-nal. Moda criativa, moderninha, diferente do que se vê por aí. Dá pra comprar pelo catálogo, mas o preço é um pouquinho mais do que se paga na Passatempo - tradicional loja de crianças da galeria da Cantão do Leblon. Vale a pena conferir. Diana, finalmente, ganhou um soninho. Esse da foto, acima: soninho roboa. Feminino de robô.

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segunda-feira, 2 de junho de 2008

Manu's BDay


Desde pequena

Eu sempre sonhei com que o Luca tivesse um amigo desde bebê, desde bem pequeno. Isso não aconteceu porque quando o Baby estava prestes a entrar para o colégio Batutinhas, com quase um ano e meio, nós nos mudamos para Nova York. Três anos se passaram, voltamos para o Rio, matriculamos o Luca na escola definitiva da vida dele e demos mais do que sorte: a turma é excelente - de colegas e de pais de colegas.

Mais de uma vez, falei aqui da família do João Gabriel. Não é por acaso que os olhos da Diana brilham e a menininha repete zilhões de "Abiel", quando cruza com o amigo do irmão. Nós todos nos damos muito bem, somos parceiros, conversamos sobre assuntos que não se restringem à escola.

Hoje, teve festinha da Manu, irmã caçula do João Gabriel e seis meses mais nova do que a Diana. Exatamente a diferença entre Luca, seis meses mais velho, e JG. Coincidências à parte, eu torço para que a amizade dos irmãos se repita com as pequenas. Aí a Diana, sim, poderá dizer que tem uma amiga desde pequena, desde muito bebê. Parabéns, Manu!

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domingo, 1 de junho de 2008

Chico e Luca: na chuva, dentro de casa - e feliz


Comitiva buziana

Então, a gente resolveu ir para Búzios. Mesmo com chuva e previsão de mais chuva. No começo, a idéia era juntar trinta pessoas que trabalham juntas diarimente em um fim de semana na praia. Não foi bem assim. Um filho adoeceu, bateu preguiça, uma grávida passou mal etc. No fim, dez adultos e sete crianças (Luca e Diana inclusive) se divertiram a valer dentro e fora de casa. Jogamos gamão, tomamos o excelente espumante Felipa Pato, assistimos ao último capítulo da novela, vibramos com Maria Paula e Ferraço, comemos um excelente churrasco, banana assada com sorvete, jogamos totó, ping-pong, dominamos o gamão. Afinal, a gente passa de sete a dez horas diariamente no trabalho. É mais do que amigo. Tem intimidade o suficiente para curtir um excelente fim de semana chuvoso no balneário. Que venham outros.

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Diana e eu: mas bem que um solzinho...!


Enquanto isso, em Atenas...!


 
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