As aventuras de Diana e Luca no Rio de Janeiro

domingo, 14 de setembro de 2008

Tem mineiro no samba!

Um grupo de amigos do trabalho aproveitou o tempo feio para fazer um almoço de domingo bastante animado em Laranjeiras, bem pertinho da Praça São Salvador (capa, alias, do caderno de fim de semana do Globo). No cardapio, pasmem, arroz, lombinho temperado na mostarda com limao, feijão tropeiro e franguinho na laranja com shoyo. E, no repertorio, apesar de metade dos presentes ser de Minas Gerais, samba da melhor qualidade. O Luca levou seu cavaquinho, acompanhou o ritmo e saiu de lah com pinta de promessa nas rodas futuras. Diana adorou tambem.

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sábado, 6 de setembro de 2008

Lapa

A Lapa anda mesmo muito arrumadinha. Na quarta-feira passada, Lúcio e eu fomos assistir ao show do einexplicável Zéu Brito, no Teatro Odisséia. Bem ao lado, tem a choperia Brazooca, do mesmo grupo do Cinemateque e do próprio Odisséia. Mais à frente, o tradicional Bar Brasil, o Carioca da Gema que agora tem uma pizzaria, o Mofo (novinho em folho e, parece, bem interessante) - e o infalível Nova Capela. Lúcio e eu encontramos parte do elenco da novela "A favorita", inclusive a Debora Secco. Improvável, não? Mas a nossa maminha com fritas e farofa estava dos deuses. De barriga cheia, seguimos para o encontro com o Zéu. Pensem em Ney Matogrosso, Carmem Miranda e Mamonas Assassinas mais Chiclete com Banana. Pois é, o bahiano Zéu (da turma de Wagner e Lázaro) é um pouco de cada. A gente demora a entender, mas depois da terceira música passa a achar divertidíssimo.

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segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Contradições de quem só quer é ser feliz

Mas, olha, nem sempre é fácil morar no Rio de Janeiro. Eu nem estou falando da moça da livraria que contou que quase morreu baleada na Linha Vermelha, ao meio-dia, no último sábado. Estou falando da dificuldade que a gente tem de se divertir na cidade.

Circo Voador, Velha Guarda da Portela e convidados. Você compra ingresso pela internet, R$ 134 para dois. Imprime em casa, certo? Errado! Busca na bilheteria, antes do show. Aí vêm a fila, os que furam fila, a falta de educação dos seguranças, a bilheteria pequena, a chuva e a falta de proteção para quem não quer se molhar.

O show começa com uma hora de atraso. O perrengue ainda está recente, fresco na memória. Mas Velha Guarda é tudo de bom. Teresa Cristina emociona sempre. Diogo Nogueira é um charme e uma baita voz. Marisa Monte, grávida de oito meses, reina absoluta e encerra a brincadeira duas horas depois.

O trauma da chegada nem existe mais, àquela altura a gente entra no táxi sorrindo na volta pra casa, mas eu preciso registrar aqui - para poder me lembrar de uma próxima vez. Melhor chegar cedo, mais cedo, evitar fila, aproveitar sem cansaço, agradecer cada pingo de chuva e o astral de sempre do carioca. O Rio tem defeitos graves, mas é bom demais.

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Dois "pastel"

Por coincidência, passei o fim de semana comendo pastel. No sábado, depois de 12 horas trabalhando, fui conhecer com o Lúcio o Bar do Adão, que faz sucesso há séculos em Vila Isabel (eu acho) e recentemente se instalou em Botafogo. A Rua Dona Mariana tem mesmo um jeitinho de vila. A lista de pastéis parece que não acaba nunca, um sabor mais interessante do que o outro. Na nossa mesa, teve de queijo coalho e carne seca, brie com damasco, queijo puro, napolitado, ufa, caprese. É um tremendo botequim, mas tem dessas coisas, uma leve sofisticação.

No dia seguinte, acordamos para o anti-programa. Faz tempo que quero conhecer o chorinho da Praça São Salvador em Laranjeiras. Finalmente consegui arrastar Lúcio e Luca para lá. (A Diana ficou com a babá, dormindo o sono dos anjos que ainda conseguem descansar depois do almoço.) Mas não é que o tempo chuvoso espantou os músicos? Sim! Ficamos no silêncio, a brincar na pracinha super mega limpa, a olhar a vida de bairro, a sonhar com a delícia de se viver em casa no Rio de Janeiro e a saborear... pastéis!

A Casa Brasil, em frente à praça, tem certamente a PIOR picanha da cidade - mas serve pastéis fritos deliciosos: camarão com catupiry, queijo Minas, carne seca, ufa, quantos quilos a mais terei de queimar na Curves depois disso tudo?!

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domingo, 24 de agosto de 2008

Bordado

Eu ainda compro CDs. Eu sei que eh antiquado, mas eh no carro que encontro a paz para ouvir musica. Hoje foi assim com o CD "Madrugada", da Mart'nalia. A caminho da Barra, escutei com o Lucio e as criancas o novo trabalho da minha atual cantora preferida. Nao chega a ser tao espetacular quanto "Menino do Rio", mas ainda assim o repertorio mistura docura e suingue. A versao de "Don't worr, be happy" eh deliciosa. Assim como a interpretação de mais uma musica do parceiro de antes Paulinho Moska. Recomendo tambem o disco (!) do Rodrigo Maranhao, "Bordado" - mais rustico, digamos, mas muito brasileiro, do tipo quanto mais a gente ouve, mais a gente gosta.

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