Fim de semana agitado
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As aventuras de Diana e Luca no Rio de Janeiro
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Diana, Lúcio e eu fizemos um passeio lindo ontem. Domingo de sol - e nós fomos à Fortaleza de Santa Cruz, em Niterói. Tem fotos e detalhes no http://www.kidsnaestrada.blogspot.com/. O Luca? Bem, chegou feliz, saltitante e todo arranhado, depois de quatro dias na fazenda do amigo. Está cada dia mais lindo, mais doce. Investi em figurinhas da Copa América e em livros do "Raimundo Imundo" e do "Ricky Ricota", para compensar os dias que passamos separados.
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Uma das únicas vantagens de trabalhar nos feriados é ficar no Rio, sem a obrigação de viajar pro lugar mais incrível do mundo. Na quinta-feira, depois de ralar das 8h às 14h, almocei no Braseiro com o Lúcio, vi uma exposição de fotografias no belo Instituto Moreira Salles e ainda assisti ao filme do Woody Allen. (Delícia brincar de adivinhar os locais de gravação de "Meia-Noite em Paris).
As crianças estão a cada fim de semana mais "fáceis" de cuidar. Eu não sei o que acontece com a gente, mas basta chegar ao Brasil para descobrir a necessidade urgente de se contratar uma folguista. Na nossa casa, só chamamos a Isabel quando um de nós, Lúcio ou eu, está de plantão: a cada 15 ou 21 dias. Assim, ninguém deixa de ir a festa de colégio, nenhum menino estabanado de 7 anos invade aniversário de menininha de três - e todo mundo fica feliz. Mas, mesmo eu tendo trabalhado no sábado, a Bel ralou bem pouco dessa vez. Lúcio cozinhou para nossos amigos, pegou Luca e Diana para dar uma volta de patinete na Lagoa. "O melhor passeio do mundo", resumiu a Diana. E eu levei a dupla para o show da Adriana Partimpim, onde me acabei de chorar. O primeiro CD marcou a nossa vida em NY e o segundo está na lista de top 5 da Di. Os irmãos sabiam as letras! Outro momento flashback que tive foi, durante o passeio do Lúcio à Lagoa, entrar sozinha no Hortifruti. Que maravilha poder escolher frutas, legumes, carnes, com calma, sem pressa, e, na volta, parar no Café Hum para ler a Vogue by Anna Wintour.
- Passar um fim de semana casal, sem filhos, na brisa da Bahia, comer bem no Paraíso Tropical, dançar ao som de Akon e Tomate no Festival de Verão, me divertir com amigos baianos;
Aproveitei o fim de semana sem marido mas com folguista para fechar as compras de Natal. Tenho pânico de loja cheia, então, nesse sábado, fui cedo para Ipanema. Comprei o meu próprio presente (claro, eu mereço uma sandália linda para-vida-toda da Mixed) e as últimas lembranças para a família. Depois de um belo almoço na minha mãe, Luca e eu batemos perna pelo Leblon, lotado de "gringos" flamenguistas de outros estados. E esperamos a Diana chegar de uma tarde com a amiga Lis para seguir para a casa de amigos, de frente para a Lagoa. Delícia de programa ver a Árvore de cima. Di se apavorou com os fogos, mas o Luca aproveitou para dormir por lá mesmo. É uma criança apegada, como todo mundo sabe...!
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Depois de um fim de semana intenso como o que passou, esse foi uma tentativa de recuperar as forças. Digo "tentativa" porque nada me tira da cabeça que ficar em casa cansa mais. O sábado foi bem. Luca recebeu um amigo, foi para a casa dele, seguiu para o Maraca. Diana visitou comigo a loja de brinquedos, a sala de brinquedos, a tia (que estava a caminho do aeroporto, em lua de mel), a avó (onde almoçou) - e o playground. Eu ainda dei uma passeada pelo Fashion Mall com a minha mãe (amo namorar a Huis Clos, que só existe lá), antes de sairmos todos para uma pizza. Sábado nota 10. Já o domingo... nota 5. Praia espetacular pela manhã (me recusei a encarar o asfalto quente) e almoço caríssimo no Quadrifoglio (não é para tanto, gente). O resto do dia foi um malabarismo, uma tentativa de entreter as crianças em casa enquanto o que o corpo pedia mesmo era um repouso, alguns minutos de silêncio e/ou um tempo para usar o computador.
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A gente fazia muito isso em NY: saía de casa às 9h e voltava às 21h. Claro, Lúcio e eu tínhamos um único filho e nenhuma babá de fim de semana. Ficar na rua muitas vezes cansava menos do que passar o dia em casa. Hoje relembramos os velhos tempos, ao tomar café cedo no Babushka (com os pães estupendos de http://www.labicyclette.com.br/, estacionada ao lado) e emendar uma deliciosa praia de inverno.

Eu corro o risco de ser condenada (!), mas, antes de criticar a alimentação de americanos, preciso fazer um mea-culpa carioca. Hoje, num lindo domingo de sol, presente de dia dos pais, resolvi acompanhar o Lúcio e as crianças ao calçadão do Leblon. Confesso que não gosto muito da combinação asfalto quente com um monte de gente, prefiro a praia em si, mas hoje encarei a Delfim Moreira fechada. Ao chegar em casa, fiz as contas: depois de um bom café da manhã no Cafeína, foram dois picolés, quatro caixinhas de estalinhos, um milho verde, sete minutos de pula-pula, e muitos pedidos para pipoca, mais picolé, balões, bolas de futebol etc.





Depois de a família unida almoçar galeto com farofinha de ovo em um "sujinho" simpático no Parque das Rosas (shopping na Barra mesmo), Lúcio foi trabalhar, Diana dormiu sob os cuidados da babá e eu fui ao teatro com o Luca: "Sítio do pica-pau amarelo - O Musical". Não deixem de ir. Tá, todo mundo vai dizer que faria a adaptação diferentemente, talvez com menos personagens, mas é emocionante de qualquer forma ver uma história que diz tanto para nós, adultos, quanto para nossos filhos. Eu sempre quis ser a Narizinho, o Luca se acha o próprio Pedrinho quando vai para a fazenda do avô - e nós dois adoramos a Cuca. Acho o máximo poder conversar de igual para ele, o Baby se sente importante. Para comemorar, depois da peça, fomos ao Kone Store e tomamos um capuccino no novo Vanilla Café da Cupertino Durão. Delícia. Agora, quase 23h, o Luca está no décimo sono enquanto a Diana está deitada na sala, alerta, bem humorada, cantando como sempre. Para tudo, ela tem uma música.
Depois de três dias chuvosos e de trabalho (apesar do feriado...!), tiramos a barriga da miséria e as crianças de casa. Acordamos cedo, tomamos café no Talho e atravessamos o túnel. Num dia de sol e um certo frio, o Bosque da Barra parecia um mini Central Park. Me pergunto por que demoramos tanto a ir lá: alamedas limpíssimas, muito verde, pouco barulho, laguinhos, pontes, micos, brinquedos para as crianças. Luca ficou muito tempo pendurado em árvore. Uma delícia. Imagino que seja um programa de índio no verão, mas, nessa época de quase inverno, recomendo muito.
Tenho um amigo que brinca que, um dia, a mulher vai se cansar dele e a ele não restará alternativa a não ser se mudar para... Paquetá. Não me pergunte por que o D. escolheu a ilha da Moreninha. Mas, hoje, surfando pelo www.rioetc.com.br, descobri um passeio que deve ser delicioso:

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Eu acho que, no fundo, só tirei esses dias de férias para poder experimentar a sensação de frequentar um spa urbano às duas da tarde de uma quarta-feira. (risos) Exageros à parte, amei poder ir ao Hotel Santa Teresa, para fazer três horas seguidas de massagens, esfoliações e ofurô.
Depois de ajudar a organizar no sábado um encontro (de trabalho) de 199 pessoas, de 35 cidades, em um hotel da Barra da Tijuca, consegui uma semana de miniférias. No Rio. Vou ser mãe e um pouco dondoca até o dia 04 de maio. Na minha vida real, eu não sou dona dos meus horários, nunca consigo levar ou buscar criança em colégio e, como milhões de outras mães, me sinto culpada o tempo todo. Por isso, pela primeira vez em 37 anos, vou ficar por aqui mesmo, levando e buscando o Luca e a Diana - e, por que não, aproveitando a cidade enquanto ambos estiverem na aula. Me lembro de quando reclamava porque não viajava nos feriados em NY e meu pai dizia:
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Pois é, eu queria ter descrito foto por foto das montagens abaixo, mas não consegui. Fica aqui, então, sugestões para um fim de semana espetacular como o nosso último:
Então era sexta-feira à tarde e a gente estava em dúvida se queria ir para Búzios.
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Eu nunca escondo de ninguem que, se dependesse exclusivamente de mim, eu teria ficado mais tempo em Nova York. Mas, profissionalmente e financeiramente, voltar para o Brasil era a melhor opcao para mim e para o Lucio. Resultado: sao quase dois anos "back in Rio" e nao consigo me desligar de Manhattan.
Foi um belo programa para fechar um fim de semana de ouro. Eu jamais imaginei que Isabela Capeto pudesse combinar com samba, mas a estilista se juntou a Leandro Sapucahy para uma roda na beira da Lagoa Rodrigo de Freitas. De brinde, na happy hour, leia-se por do sol, carrocinhas que vendiam comida tipica carioca: pipoca, cachorro-quente Geneal e picole Italia. O que mais poderiamos querer? Amigos queridos e animados, que nao perdem nunca a adolescencia que existe em cada um de nohs.