As aventuras de Diana e Luca no Rio de Janeiro

segunda-feira, 26 de março de 2012

Dia no Centro do Rio

Restaurante Albamar

Centro Cultural da Justiça Federal

O prédio é lindo e fica na Cinelândia.

Boa ideia para entreter as crianças em museus.
Imprimir antes a ilustração para elas copiarem as cores depois.

Foto de revista. O vestido é de Bali, que metida!

Atividade do CCBB, na exposição belíssima da Tarsila do Amaral.

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segunda-feira, 5 de julho de 2010

Colônia de férias

O bom de ter família longe é que as crianças têm sempre opções incríveis para as férias: fazenda, casa na beira da represa, casa de vó colada em casa de tia querida, bolo quentinho no café. O único lado ruim é que Luca e Diana ficam muito tempo dos amigos de escola, distante da programação que as mães arrumam heroicamente por aqui. Por acaso, esse ano, foi surpreendida positivamente por três colônias de férias:

- http://www.ecocampus.com.br/ (cenário do aniversário do Luca do ano passado, recomendo fortemente);

- Colônia de vela do Caiçaras (tem de conferir se não-sócios podem fazer);

- Passeios com o Kids Tour pela história do Rio de Janeiro. O horário é de 13h às 18h. Pacote semanal: R$ 250,00. Diária: R$ 60,00.

Dia 19/07 - Fortaleza de São João na Urca.
Dia 20/07 - Andrews Baby, praça Pio 11.
Dia 21/07 - Museu da História Nacional.
Dia 22/07 - Andrews baby, praça Pio 11.
Dia 23/07 - Quinta da Boavista.
Dia 26/07 - Parque Lage.
Dia 27/07 - Museu de República.
Dia 28/07 - Andrews Baby, praça Pio 11.
Dia 29/07 - Museu da Chácara do Céu e na Casa das Ruínas.
Dia 30/07 - Passeio de encerramento, ao parque Lage, os pais são convidados.

Ctt: Mauro Velhote - 8621-0177.

- E hoje vi que o Rio Design do Leblon fará duas aulas semanais de culinária para crianças. Pizza, hambúrguer e Doces em lugares como o Joe & Leo's, Alessandro e Frederico e Gula Gula. Quartas e quintas (a partir de 14/07), das 15h às 17h.

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sexta-feira, 4 de junho de 2010

Manhã perfeita

Com a chuva de segunda, transferi minha aula de corrida para hoje, 8:30am. Foi difícil acordar - porque demorei a dormir depois da pizza de ontem com meus dois meninos. Então, lentamente, me dirigi para a praia, muito lentamente. Caminhei 2km e corri outros 2,5km. Treino leve, reconheço. Mas o bom é que deu tempo de levar e buscar a Di na natação (coisa rara) e ainda colar figurinhas, ler livrinhos novos, fazer quebra-cabeça, brincar com joguinhos. Meio-dia e meia, Lúcio e eu saímos juntos para trabalhar, ambos de PATINETE ELÉTRICO, e paramos para almoçar no Braseiro. O Rio tem estado bonito demais, céu muito azul, brisa geladinha. E essa história de patinete... é sélio, como diria a Diana, eu sei me equilibrar!

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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

O que tem tornado o verão suportável

- Passar um fim de semana casal, sem filhos, na brisa da Bahia, comer bem no Paraíso Tropical, dançar ao som de Akon e Tomate no Festival de Verão, me divertir com amigos baianos;
- Assistir a Almodovar em DVD: Corações Partidos;
- Dormir até tarde de ar ligado;
- Trabalhar com o ar condicionado nas alturas;
- Comprar vestidinhos nas ótimas liquis da Tidsy e da Fit;
- Contar os dias para a chegada das crianças da fazenda e ver que nada mudou na nossa ausência: o Luca continua a ser a vítima predileta da Diana;
- Comemorar o aniversário de uma amiga no Palaphita da Lagoa;
- Aproveitar o ar condicionado do cinema e chorar na cena do casamento do filme "Amor sem escalas" - viva George Clooney!;
- Completar a leitura de três livros em um mês (admito, um recorde atualmente): O Seminarista de Rubem Fonseca, No teu Deserto do Miguel Souza Tavares e Se eu fechar meus olhos agora - obra excelente de Edney Silvestre;
- Andar de patinete elétrico pela Lagoa (que mico bom!), depois de tomar um belo chopp com o Lúcio no Arab, de frente para a Lagoa, na sombra do Parque dos Patins;
- Ir à praia pegar jacaré com as crianças nos poucos dias em que ficaram pelo Rio em janeiro;
- Frequentar o Pilates uma vez por semana e correr 4 km no calçadão em 30 minutos, apesar do sol de maçarico;
- Trabalhar sem culpa, com a certeza de que Luca e Diana tiveram as melhores férias do mundo, na companhia dos avós, em Minas e no Sul.

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domingo, 9 de agosto de 2009

Jogo dos sete erros

Eu corro o risco de ser condenada (!), mas, antes de criticar a alimentação de americanos, preciso fazer um mea-culpa carioca. Hoje, num lindo domingo de sol, presente de dia dos pais, resolvi acompanhar o Lúcio e as crianças ao calçadão do Leblon. Confesso que não gosto muito da combinação asfalto quente com um monte de gente, prefiro a praia em si, mas hoje encarei a Delfim Moreira fechada. Ao chegar em casa, fiz as contas: depois de um bom café da manhã no Cafeína, foram dois picolés, quatro caixinhas de estalinhos, um milho verde, sete minutos de pula-pula, e muitos pedidos para pipoca, mais picolé, balões, bolas de futebol etc.

É que a oferta é muito grande, uma tentação para as crianças. Nos três anos em NY (eu sei, Manhattan/Brooklyn não são EUA), nunca vi ninguém vendendo absolutamente nada nas pracinhas, no Central Park, na porta da escola. Muito pelo contrário: as mães preparam lanches saudáveis como cenoura crua pequena, caixinhas de suco de maçã orgânico, uvas, passas, biscoitinho assado. Me lembro do susto que elas tomaram ao ver nas festinhas brasileiras do Luca uma bandeja lotada de brigadeiro. "Que delícia, maravilhoso, mas um é mais do que suficiente. Melhor é o pão de queijo, parece mais leve".
Imaginem o quanto essas mães ficariam horrorizadas ao notar que agora meus lindos filhos atacam a mesa de doces antes dos parabéns e pedem muita coisa trash num simples passeio à praia. A Diana hoje não sabia para onde olhar, nem o que mais pedir. Uma mãe inglesa, que atualmente mora no Rio, escreveu que os filhos cariocas são criados à base de açúcar. Me deu uma certa raiva quando li o artigo no Times - mas infelizmente a autora não deixa de ter uma certa razão...! Reparem nas tentações abaixo!



Ah, 7 minutos no pula-pula custam R$ 8. "Por R$ 10, você leva a bola também!" Alguém aí precisa de mais uma bola em casa?!

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domingo, 14 de junho de 2009

Enchanted

Depois de três dias chuvosos e de trabalho (apesar do feriado...!), tiramos a barriga da miséria e as crianças de casa. Acordamos cedo, tomamos café no Talho e atravessamos o túnel. Num dia de sol e um certo frio, o Bosque da Barra parecia um mini Central Park. Me pergunto por que demoramos tanto a ir lá: alamedas limpíssimas, muito verde, pouco barulho, laguinhos, pontes, micos, brinquedos para as crianças. Luca ficou muito tempo pendurado em árvore. Uma delícia. Imagino que seja um programa de índio no verão, mas, nessa época de quase inverno, recomendo muito.

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segunda-feira, 27 de abril de 2009

Diário de madame - Dia 2

Acho que, se não trabalhasse tanto, minha vida bem poderia ser assim, como o dia de hoje: acordar cedo, levar o Luca ao judô, sofrer meia hora na Curves, torcer para o Luca no tatame, dar banho em pelo menos um dos filhos, almoçar, tomar banho também, levar Big Baby para a escola, visitar lojinhas de sonho em Botafogo (Muggia da estilista principal da Osklen, Atelier Real e MBE Off), comprar louça na JRodrigues, tomar suco de morango com abacaxi no Sanduka, almoçar salada de batata frita no Gula Gula, assistir ao meiguinho "Eu te amo, cara!" na sessão das 15h40 no Shopping da Gávea, buscar a Diana na escola, fazer hora e comprar pão de queijo no Shopping Leblon, jantar picadinho em casa, tomar banho - e botar filho pra dormir para apagar em seguida. Oh, vida boa, não teria do que reclamar. Amanhã tem mais vida mansa carioca.

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Diários de uma madame

Depois de ajudar a organizar no sábado um encontro (de trabalho) de 199 pessoas, de 35 cidades, em um hotel da Barra da Tijuca, consegui uma semana de miniférias. No Rio. Vou ser mãe e um pouco dondoca até o dia 04 de maio. Na minha vida real, eu não sou dona dos meus horários, nunca consigo levar ou buscar criança em colégio e, como milhões de outras mães, me sinto culpada o tempo todo. Por isso, pela primeira vez em 37 anos, vou ficar por aqui mesmo, levando e buscando o Luca e a Diana - e, por que não, aproveitando a cidade enquanto ambos estiverem na aula. Me lembro de quando reclamava porque não viajava nos feriados em NY e meu pai dizia:

- Ah, tem tanta gente querendo passar feriado em Nova York...

Hoje tive essa sensação ao deixar o Nextel em casa (sem querer) e me jogar (sem culpa) nas delícias do Gugut, restaurante recomendado pela Adriana, minha amiga e colega de trabalho mãe-de-três. A casa em Vargem Grande é um sonho: tem mesas coloridas, um parquinho para crianças e um cardápio pequeno porém variado. Excelente custo-benefício. Pedimos camarão no creme de aipim, filet ao poivre e lombinho com tuto. Para todos os gostos.

Não deu tempo de dormir e era hora de finalmente assistir a "Hamlet". O Lúcio fez pizza com as crianças e eu fui ao Teatro com minha mãe. A letra maíscula é proposital. A jornada de Wagner Moura e seus colegas que não fazem nem um pouco feio é peça de verdade, de adulto. Hehe. São mais de três horas de muita tensão no palco e atenção plena na plateia. O texto é longo, por vezes arrastado, sim, mas ah é tão bom ver gente apaixonada pelo que faz. Recomendo: Teatro Oi Casa Grande, Leblon.

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sexta-feira, 17 de abril de 2009

Programas

Pois é, eu queria ter descrito foto por foto das montagens abaixo, mas não consegui. Fica aqui, então, sugestões para um fim de semana espetacular como o nosso último:

- Exposição Osgêmeos, no CCBB, para as crianças brincarem até;
- Espaço Oi Futuro, no Flamengo, ótima dica da minha amiga Roberta - clima de interação total;
- Sessão de fotos na praia no fim de tarde. Com o mar de ressaca, foi excelente.

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segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Olho na rua

Os blogs de moda amam o http://thesartorialist.blogspot.com/. As fotos são mesmo o máximo. E nos permitem ver o que estão usando as pessoas em NY, Paris, Moscou...! Viajo nos figurinos, imagino as temperaturas, as estações, os bairros fotografados. Agora, para quem quiser olhar pra dentro, pra moda de rua carioca, descobri no blog da Helena (http://meninasdachocolate.blogspot.com/) a http://www.rioetc.blogspot.com/. Tem um colorido que só quem mora no Rio de Janeiro tem.

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Guy

Depois de um dia intenso de trabalho no sábado e ansiosa com a chegada das crianças (o vôo, claro, atrasou), aceitei o convite do Lúcio e fui jantar em um restaurante na Fonte da Saudade. Praticamente nunca passo por aquela área, tão simpática. Mas amei o recém-inaugurado Guy, um bistrô de esquina que tem dois donos: uma brasileira e um empresário francês que, através das câmeras, observa atentamente o movimento e o serviço no restaurante.

Uma espécie de BBB gastronomico: http://www.guyrestaurante.com.br/.

O bom é que, fora a pirotecnia, a comida é de-li-ci-o-sa. Eu comi risoto de galinha caipira (de tão bem temperado, parecia arroz de pato) e o Lúcio aprovou o frango com polenta mole recheada de brie. Um show. Ah, no andar de baixo, vinhos lindos e uma padaria de primeira. O bolo de milho, no dia seguinte, era de comer rezando.

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quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Gringo

No último domingo, fui do Leblon ao Arpoador, pelo calçadão, ouvindo a trilha de "Once" e admirando as pessoas. Tinha muito gringo na praia, muita gente de férias, com aquela cara boa, descansada. Eu adoro o Rio nessa época.

Como as crianças estão em Passo Fundo, Lúcio e eu temos tentado uma vida de solteiro. Cinema à tarde ("Marleu e eu" me levou às lágrimas de tão lindo), almoço fora de casa (o Pasta Gialla, restaurante novo do Sérgio Arno na Barra, é tão fraquinho), compras sem pressa na Tok Stok (para arrematar os bancos da cozinha), Sushi pós-praia, enfim, uma rotina também gostosa, apesar da saudade imensa dos pequenos.

Na quarta à noite, tomamos uma CaipiRuby no Bar do Lado, um puxadinho do Bar d'Hotel, recém-inaugurado no Hotel Marina All Suites. O pastelzinho de queijo com manjericão, hum. Também aqui, os sotaques eram os mais diversos. Mas tinha a brisa da praia, essa sim, carioquíssima.

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segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Praião

Depois de 12 horas trabalhando no sábado, Diana doentinha, Lúcio e Luca numa viagem a dois ao http://www.bomtemporesort.com.br/, tirei duas horas pra mim no domingo e fui à praia. Incrível como aproveito pouco esse paraíso que é a praia do Leblon. Mais precisamente a Barraca da Neusa, em frente ao Baixo Bebê. Aluguel de cadeiras limpinhas, barracas e até piscininhas de plástico para as crianças. A vizinhança parece que já se conhece de tanto freqüentar. E todo mundo se parece, na verdade, principalmente no carinho e atenção em relação às suas crianças. Voltei feliz pra casa. Almocei um filé com queijo e suco de tangerina no Balada. Fiz uma comprinha básica no Rio Design. E, à tarde, com o Lúcio, deixei o Luca em uma festinha na beira da Lagoa Rodrigo de Freitas. Ao ao livre. Não pudemos ficar porque tínhamos de levar a Diana ao médico. Febre e catarro têm limite. Pneumonia branda, mais uma vez. Eu sei que muita gente vai dizer que nada tem a ver, mas duas diferenças entre a Di e o Luca me fazem pensar por que ele sempre foi mais resistente do que ela.

1) Amamentação. Diana só mamou bem até os 6 meses. Luca, sempre guloso, até os 9 meses.
2) Variação do tempo. NY me parecia mais previsível, apesar das baixas temperaturas. No Rio, ultimamente, faz sol e chuva, frio e calor, tudo ao mesmo tempo, no mesmo dia.

Haja saúde...! Da Di e da gente também, que se cansa só de vê-la se esforçar tanto para respirar.

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terça-feira, 9 de setembro de 2008

Jardim Botänico

Faz tempo que eu queria fazer exatamente o que eu fiz no domingo de manhã. Um programa tipicamente NY em pleno Rio de Janeiro. A familia unida foi de bicicleta de casa ateh o Jardim Botänico, pela ciclovia. Fazia calor, tinha ceu azul, as arvores pareciam um oasis. Diana dispensou o carrinho, caminhou muito, se esbaldou no parquinho. Luca cismou de nos guiar na visita, uma vez que jah tinha estado no JB com a escola. Aproveitou tambem para tirar fotos, como a da bromelia, abaixo. O foco, claro, estava no automatico.

Ai, em dias assim, a gente ateh se esquece de que o Rio tem tantos problemas... O sorriso nao sai do rosto, o coracao bate mais forte, a gente soh tem a agradecer.

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segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Contradições de quem só quer é ser feliz

Mas, olha, nem sempre é fácil morar no Rio de Janeiro. Eu nem estou falando da moça da livraria que contou que quase morreu baleada na Linha Vermelha, ao meio-dia, no último sábado. Estou falando da dificuldade que a gente tem de se divertir na cidade.

Circo Voador, Velha Guarda da Portela e convidados. Você compra ingresso pela internet, R$ 134 para dois. Imprime em casa, certo? Errado! Busca na bilheteria, antes do show. Aí vêm a fila, os que furam fila, a falta de educação dos seguranças, a bilheteria pequena, a chuva e a falta de proteção para quem não quer se molhar.

O show começa com uma hora de atraso. O perrengue ainda está recente, fresco na memória. Mas Velha Guarda é tudo de bom. Teresa Cristina emociona sempre. Diogo Nogueira é um charme e uma baita voz. Marisa Monte, grávida de oito meses, reina absoluta e encerra a brincadeira duas horas depois.

O trauma da chegada nem existe mais, àquela altura a gente entra no táxi sorrindo na volta pra casa, mas eu preciso registrar aqui - para poder me lembrar de uma próxima vez. Melhor chegar cedo, mais cedo, evitar fila, aproveitar sem cansaço, agradecer cada pingo de chuva e o astral de sempre do carioca. O Rio tem defeitos graves, mas é bom demais.

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domingo, 8 de junho de 2008

Vergara: Paço Imperial

Meu sonho bem distante no momento é comprar uma tela de Carlos Vergara. Nem sei quanto custa, mas sei que está muito além do que conseguiria gastar. Portanto, aproveitei cada segundo da exposição de quadros produzidos por ele entre 2007 e 2008, inspirados em São Miguel das Missões, Rio Grande do Sul.

A Veja Rio recomenda assim: "Entre as dezessete grandes pinturas em monotipia sobre lona crua, a que fica na sala onde a princesa Isabel assinou a Lei Áurea impressiona pelas generosas dimensões: tem 3 metros de altura e 7 de comprimento. Uma parede repleta de lenços de bolso pintados com a mesma técnica também chama atenção, mas surpresa mesmo causam as dez fotografias que, trabalhadas no computador, compõem mosaicos com um curioso efeito de 3D."

Essas fotos deixaram o Lúcio boquiaberto. O Luca adorou ter visões diferentes de uma mesma obra de arte, como ele gosta de dizer. Variações sobre o mesmo tema, sobre a mesma imagem.

- Irado - ele dizia.

Ou seja, quem disse que criança não gosta de museu?

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sexta-feira, 23 de maio de 2008

Cultura em alta

Nesse friozinho de outono, a gente tem aproveitado as opções culturais da cidade. Luca e eu adoramos "A Casa da Madrinha", no Teatro Leblon. Muito bacana e sensível, a encenação. O Baby reconheceu a atriz de outra peça, o que me impressionou muito. O livro conhecido, de Lygia Bojunga, gira em torno de um menino da periferia do Rio e seu amigo "pavão". Alexandre, esse personagem central, aprende com o irmão, ótimo contador de histórias, a brincar com o imaginário, com a fantasia. A casa da madrinha é um porto seguro, mesmo que nunca tenha de fato existido. Acho que viajei mais do que o Luca.

A escolha de "No Natal a gente vem te buscar" não foi muito bem-recebida pelo Lúcio, em uma tentativa minha de envolvê-lo em minha adoração pelo teatro. Ele sentiu sono. Pois eu vi uma peça de excelente qualidade, comparável às de NY. (Lúcio detesta esse tipo de comparação, mas a verdade é que a Broadway concentra talento, dinheiro, produção, fazer o quê? O Rio tem outras qualidades!) Enfim, o elenco é todo bom, a história é triste e universal, o cenário é criativo, música e iluminação perfeitas. Eu recomendo.

No cinema, Baby Luca curtiu "Speed Racer". Gostou. Voltou dizendo que queria ser o Corredor X, o Matthew Fox de "Lost". "Ele colocou poder no carro do Speedy, mãe. E não tem namorada. O Speedy tem, por isso quero ser o Corredor X". Ah, tá.

Amanhã, se tudo correr bem, vamos ver "A Noviça Rebelde", talvez o filme que eu mais tenha visto na vida, junto com "Grease". Conto depois.

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domingo, 4 de maio de 2008

Programa de primeira

Em vez de passar a manhã no calçadão, eu bem poderia ter me lembrado de ligar para a minha amiga Paulinha. Ela, o marido e os filhos foram ao já conhecido brunch do Museu do Açude, no Alto da Boa Vista. O evento é cultural e gastronômico, ao mesmo tempo. Os quitutes são da Casa dos Sabores. A música, hoje, ficou por conta de ninguém menos que Teresa Cristina. Todo primeiro domingo do mês tem, sempre com um convidado diferente. É preciso fazer reserva: 2274-3595 e 2294-9295.

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quarta-feira, 26 de março de 2008

Dica cultural

O último domingo de cada mês é dia da edição do "Domingo é dia de Teatro a Um Real". O projeto existe desde 2001 em dez teatros do município do Rio. Entre eles, o Teatro do Jockey, que sempre tem uma peça bacana para as crianças. Foi lá que o Luca viu recentemente "O Nariz de Prata" e adorou. Ou seja, neste domingo... Tem teatro? Vale dar uma ligada, para perguntar!

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domingo, 16 de março de 2008

Sambinha

Não sei se todo mundo assistiu ao brilhante trabalho que o Bom Dia Brasil fez no Carnaval. Uma enorme homenagem ao samba. Cerca de 20 minutos, divididos em duas edições, sobre a reunião no Morro da Urca, de 300 nomes do samba carioca, marca maior da cidade, gente da velha e da nova geração, falando de harmonia, evolução e beleza.

Uma das figuras mostradas pelo BDBR é o Moacyr Luz, que dá show toda sexta-feira, em um clube a céu aberto, atrás do aeroporto Santos Dumont. Sim, a vista deveria ser cobrada a parte. A música é da melhor qualidade, a cervejinha Original vem esbranquiçada, servida em baldes rústicos.

Há muito eu ouvia falar desse lugar, mas só vim a conhecer semana passada, no aniversário da minha amiga Paulinha. Programaço, de encher os olhos e o coração. Inesquecível.

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