As aventuras de Diana e Luca no Rio de Janeiro

sábado, 2 de janeiro de 2010

O que eu quero para 2010 ?!

- Mais concentração;
- Menos TV;
- Mais livros;
- Menos internet;
- Mais exercício;
- Menos comida punk;
- Mais otimismo;
- Menos cara feia;
- Mais disposição;
- Menos preguiça;
- Mais amigos;
- Menos colegas;
- Mais linhaça;
- Menos gordura;
- Mais Búzios;
- Menos asfalto quente;
- Mais saúde;
- Menos gripe;
- Mais sorriso de criança;
- Menos chororô;
- Mais banho de mar;
- Mais Lúcio, Luca & Diana;
- E pronto.

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sábado, 12 de dezembro de 2009

Dom

Eu tenho visto pouco a novela das oito. Mas o Manoel Carlos escreve bem demais. Outro dia, a personagem da Barbara Paz disse para a mãe que o que sentia por ela era um amor... inevitável. "Inevitável" soa ainda mais potente, mais bonito, do que "incondicional", eu acho.

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Saudade de 1992

Ao contrário do que gostaria, fim de ano me deixa sempre melancólica. Natal e Reveillon são datas complicadas. Eu chego a dezembro com a impressão de que não tive tempo de fazer tudo o que pretendia naqueles últimos 12 meses. Por exemplo, eu queria ter jantado mais fora, queria ter feito mais ginástica, levado o regime a sério, mergulhado mais no mar de Búzios. Queria ter feito um curso de pintura no Parque Lage, retomado minhas aulinhas de escultura, sambado mais. Queria ter visto mais os meus amigos. Aí é que a angústia triplica. A mesma vida que nos apresenta a pessoas incríveis a cada ano que passa nos afasta de amigos supostamente fundamentais. De alguns, eu sinto a mais sincera falta porque me tornavam uma pessoa melhor a cada encontro. De outros, infelizmente, eu não tenho mais a menor saudade. O tempo apagou o que antes parecia ser uma saudável dependëncia. Triste - mas os assuntos deixam de ser coincidentes, as piadas não tëm mais tanta graça. Tudo bem que, como diria o refrão do seriado "Cheers", muitas vezes a gente só quer ir onde "everybody knows your name". Nem sempre esses amigos te conhecem desde os 20 anos, mas que sorte que alguns poucos e bons resistem ao tempo e aparecem do nada para dizer que também sentem saudade. Saudade de verdade.

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quinta-feira, 30 de julho de 2009

Receita

Cuidar de filho fulltime é bom e emagrece. Depois de uma semana em Noronha, sem babá, carregando e correndo atrás de crianças, seguindo os horários dos filhotes para comer e dormir, agitando o dia inteiro, senti minhas roupas mais folgadas. Ou melhor, menos apertadas, há! Aproveitei esse processo natural e indolor para, depois da temporada na fazenda e de volta ao Rio, retomar uma leve dieta dos pontos/notas. Preciso fazer as pazes com a balança. Faz mais de um ano que a gente não se dá bem, uma tristeza danada!

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terça-feira, 2 de junho de 2009

SP2: Get ready!




Quem sabe que olhos fui eu mesma que fiz?

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terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Alguém me diz...

Se existe música mais bonita do que o tema de Capitu (by Beirut)? Se existe coisa mais linda do que a série do Luiz Fernando Carvalho?

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sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Todo mundo tem seu Dia de Beaute

Eu já comentei aqui que, aos 36 anos e com dois filhos em fase de crescimento, muitas vezes parece que voltei à adolescência. Nunca me interessei tanto por moda, comportamento - e maquiagem.

Antes de viajar para Paris, eu pesquisei muito nos blogs da Victoria e da Camila (ao lado), nas revistas conhecidas, nos sites de moda & beleza, anotava tudo em um Moleskine que levei na bolsa. O resultado foi uma compra gigantesca na Sephora, com direito a "detaxe"!

- Ponto um: dá pra botar uma corzinha no rosto antes de ir trabalhar em menos de dois minutos;
- Eu já conhecia e não consigo mais viver sem o Studio Fix da MAC: uma base em pó que deixa a pele num tom relativamente uniforme;
- Nunca mais voltarei a usar um lápis preto em meus olhos pequenos: viva os lápis brancos da MAC (Fascinatig Eye Kohl) e do Shu Uemura (Eye Light Pencil White);
- Os kits de Natal da MAC são um excelente custo-benefício: seis sombras em uma caixinha-bem-perua-mesmo;
- Passei a concordar com a mãe do Lúcio, que repreende neta que sai de casa sem um blush: viva o Stark Naked da MAC e o Orgasm da Nars;
- Corretivos não servem apenas para olheiras, ajudam a disfarçar áreas castigadas pelo mal da rosácea, como as que eu tenho no queixo e em volta do nariz. Ainda estou na dúvida se prefiro o famoso Touch Eclat ou a o Select Moisturecover Cache-Cerne da MAC (bem mais em conta!);
- Minha vida nunca mais será a mesma depois do rímel Phenomen Black do Givenchy (dei dois de presente), em forma de ouriço;
- Com a contribuição do Curvex do Shu Uemura, mesmo quem não tem cílios bonitos como eu fica com olhos de Vanessa Giacomo;
- Eu só estou apanhando dos removedores de mascara: por enquanto, o do Boticário está ganhando do Roche-Posay (Respectissime) e da Biotherm ( Biocils);
- Ah, e os esmaltes: só não trouxe azuis ou amarelos, mas os tons de rosa, laranja e vermelho são os mais variados possíveis.

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segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Muamba chic

Os itens acima foram trazidos de Nova York por uma amiga que deu risada quando contei que agora, aos 36 anos, estava aprendendo a ser vaidosa. Maquiagem e secador de cabelo são aquisições recentes na minha vida. Ainda me lembro do espanto da Manu, sobrinha querida do Lucio, quando veio passar ferias no Rio em 2001 e descobriu que a tia "torta" nao secava os cabelos depois da praia. :-) Pois Manu pode ficar orgulhosa. Pesquisei esses produtinhos na http://www.sephora.com/ e principalmente do blog da Victoria, link ao lado. (Miss Vic parece saber tudo de maquiagem, apesar de ser tão novinha.)

Comprei pela internet, mandei entregar na casa de uma amiga que passou pra outra que encaixou delicadamente na mala. (Thanks, Ka e Monicaaaaa!) Escolhi sombra e blush Mars, rimel Givenchy (que tem uma ponta arredondada, um barato), lapis de boca transparente (para impor limites ao gloss, risos) e a carteira de pinceis do meu idolo (!) Marc Jacobs.

Talvez voces se lembrem de que trouxe uma bolsa e uma bata Marc by Marc, em abril. Fiquei ainda mais orgulhosa dessas minhas peças, que acho que nunca sairão de moda, depois de ver as fotos do ultimo desfile de MJ na Semana de Moda de NY. Eu, se pudesse, compraria tudo. Principalmente a bolsa abaixo.

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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Compritchas

A liqüidação deste verão me forçou a fazer as pazes com as lojas de roupas do Rio. Depois de três anos em Nova York, onde o preço é uma pechincha, estava dfícil me acostumar com os valores daqui. Mas nesse janeiro eu não resisti ao charme da moda brasileira. Não adianta. A verdade é que se eu quiser a qualidade e o estilo de uma Maria Bonita Extra, por exempo, em NY, vou pagar muito, mas muito mais do que em uma Banana ou em uma H&M (que eu passei a adorar). São peças para (quase) uma vida inteira. Os cortes, as costuras, o caimento, tudo perfeito. E as bolsas, os sapatos, o couro nacional, a delicadeza?! Com 50% de desconto, então, fica tudo ainda mais up to date! (Como a Pat pediu, aí está - parte - da prova do crime do cartão de crédito!)

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sábado, 8 de dezembro de 2007

Acaboooou!

Consegui hoje encerrar minhas compras de Natal. Bem, falta o presente do meu pai, que é sempre mais problemático, mas eu já tenho uma solução à vista. Oito de dezembro. Para mim, o ano já acabou. Já estou pensando em 2008: Carnaval, viagens a trabalho (para mim e para o Lúcio), férias em NY em abril. Se o ano que vem for tão bom quanto esse... não tenho absolutamente nada do que reclamar de 2007. Voltar para o Brasil foi uma decisão muito mais acertada do que eu poderia imaginar (apesar da saudade de Manhattan, que ninguém se engane).

Hoje aproveitei as crianças até bem depois do almoço, trouxe um amigo para brincar com o Luca, contratei a Jô como frila, peguei um ônibus comum até Ipanema, achei o presente da minha irmã, voltei a pé para o Leblon, tomei dois chopps com amigos. Um dia absolutamente simples e feliz. Agora estou esperando a hora de sair para uma festa, no Museu de Arte Moderna. Trinta e cinco anos de uma amiga. Vai ser o máximo, tenho certeza. Noite como a brasileira, sei não.

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Surreal

Eu me esqueci de contar que, no chopp do Bracarense, fui reapresentada a um amigo de infância da amiga de escola, Paulinha.

- Cris, você conhece o Zé, não é?
- Não, não me lembro.
- Mas eu me lembro de você.
- Você deve estar me confundindo com a outra Cris (somos duas Cristianas nessa turma).
- Não, tenho certeza, a gente se conheceu no show do A-Ha.

1989.

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