sábado, 10 de setembro de 2011
domingo, 17 de julho de 2011
domingo, 1 de maio de 2011
sábado, 30 de abril de 2011
No sábado, Lúcio e eu tivemos reunião na escola das crianças. O Luca tem sempre a questão da infantilidade e da falta de atenção (mas tem também a doçura, o trato fácil, a esperteza nas perguntas e nas respostas, a criatividade e agora, pela primeira vez... apareceu o dom de atuar - sério, no teatrinho da aula de alemão!). A Diana é que surpreendeu. Falante, inteligente, competitiva, meio tímida, gosta de letras, música, artes, leitura, desenha super bem e de forma criativa, mas... é bra-va. Não aceita injustiça, não aceita ficar pra trás e, às vezes, quer dar as ordens. Chega a chorar de raiva. Pensando bem, se a pequena é assim em casa por que não seria na escola... O que tem me instigado desde então é a pergunta óbvia que todo pai se faz. Se os filhos são criados da mesma forma, como podem crescer tão diferentes.
domingo, 30 de janeiro de 2011
Estamos todos bem
O Lúcio sempre me falou desse filme, "Estamos todos bem", com Robert de Niro, e hoje aproveitei a casa vazia para assistir. Estou um trapo de tanto chorar, mas amei. A história de um pai que visita a vida nem sempre perfeita de seus filhos é tão comum e tão verdadeira. Fiquei pensando na relação que vamos ter quando nossos filhos crescerem. O fato é que eles crescem muito rapidamente.
Depois de curtir 20 dias com os avós em Passo Fundo, o Luca passou as últimas duas semanas com o meu pai, na fazenda. Segundo soube, esteve tranquilo, sereno, independente e livre. Diana viajou um pouco depois, na última terça-feira, com a babá, já que Lúcio e eu não temos férias agora. Ouvi dizer que ela também não dá trabalho, se alimenta muito bem, gosta de banhos de piscina noturnos e tira leite de vaca como ninguém.
Cerca de 99% de mim sente orgulho, acha que o certo é criar filho pro mundo, mas 1% se pergunta e se preocupa sobre como será o futuro, qual o temperamento essas crianças vão desenvolver, que relação a vida prepara pra gente. O desejo maior é por filhos saudáveis, felizes, curiosos, bem resolvidos. Viajar é ponto pacífico nesse projeto, então, o fato é que nem sempre estaremos juntos. Quando estamos é muito bom, mas quando não estamos também é muito bom.
Por exemplo, em uma semana de vida de solteiro, sem Luca e Diana, eu...:
- Fui duas vezes ao cinema ("Em algum lugar" e "Amor e outras drogas");
- Jantei no incrível Azumi e no imbatível Braseiro com o Lúcio;
- Repeti a experiência no Chez L'Ami Martin com a Karina e suas amigas;
- Conheci com o Lúcio as cachoeiras do Horto num domingo de sol;
- Vi o por do sol do Leblon;
- Almocei, com calma, sem pressa, na varanda do Alessandro e Frederico;
- Fiz escova marroquina no cabelo, sem culpa;
- Vi um DVD tranquilamente, sem interrupções;
- Comprei uma TV com o Lúcio, pra sala, e ainda ajudei a instalar;
- Deitei na minha cama sem ninguém pulando em volta.
O fato é que a vida pode ser muito boa quando não se tem filhos pequenos, mas não vou mentir, estamos com saudade. Luca e Diana estão numa fase gloriosa, cheios de opinião, de atitude, de bom humor, de esperteza. Longe ou perto, os dois só me dão alegria, orgulho e a certeza de que o caminho é esse: amor + independência. It works for me.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Frases do Luca, a mais de 2 mil km, na casa da avó
- O que eu posso fazer? Todos me convidam, eu vou...!
(Ao comentar com a avó sobre as noites em que dorme na casa dos tios, dos primos...)
- Mãe, eu sei !
(Ao responder, com a modéstia de sempre, a minha afirmação de que o amava muito, demais.)
- Desde quando você precisa me dizer a minha responsabilidade? Eu sei viajar, mãe!
(Ao relembrar os passos no aeroporto antes da viagem de volta de Porto Alegre para cá.)
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Parabéns pra você!
Eu faço sempre grandes declarações de amor a cada aniversário do Luca. Hoje, quando o Baby completa oito anos, quero registrar apenas dois comentários de pessoas que convivem todo dia com ele mas nem de longe sentem o amor incondicional que eu sinto. Primeiro, a babá, visivelmente mais apaixonada pela Diana (isso não me incomoda, gente!): "o Luca é educadíssimo, respeitoso, pede por favor, diz obrigado, sempre". Depois, a professora de português: "o Luca está ótimo, escreve muito bem, é sabido, doce, companheiro, parabéns pelo filhote". Numa boa, eu SOU APAIXONADA pelo Big Baby. Sinto muito orgulho do caráter dele, do fato de ele nunca dedurar amigo, de ele apoiar quem precisa. É possível (e necessário) estudar mais, se concentrar mais, ser mais responsável... Sim, é. A luta pela boa educação é diária, mas estou confiante de que o Luca será um novo Lúcio. Isso não é pouco.
Marcadores: aniversario, fases, Luca
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Breve desabafo
É muito difícil educar filhos. O mundo de informação e o consumismo enlouquecido atrapalham a jornada dia após dia. Tudo parece fácil e pra ontem. Hoje, por exemplo, dei dois pacotes de cartas da Fifa para o Luca. Prometi outros dois, caso ele estudasse para a prova de amanhã.
- Dois, mãe? Quatro? Ah, mas meus amigos ganham dez, vinte, trinta de cada vez...!
E a preguiça, gente? O Luca não anda, se arrasta. Para estudar, às vezes, bota as pernas na cadeira, na mesa, se encolhe todo. Um olho no papel, outro na TV - desligada! Para se arrumar para o judô, quanto atraso, quanto sufoco. Vou ficar louca, assim. Aí, reclamando da minha vida com o Lúcio, a milhares de quilômetros de distância, ouço o conselho do pai sábio:
- Cris, se antecipa. Se o Luca tem de sair às 8h50 para a natação, dá o café mais cedo, manda escovar os dentes às 8h20, trocar de roupa em seguida. Às 8h45, ele estará pronto!
Na verdade, muitas vezes, a frustração é porque a criança obviamente não tem o mesmo ritmo do adulto. E a bronca que vem depois do atraso, do desleixo, nunca é 100% por causa do filho. É a dificuldade em lidar com alguém totalmente diferente de si, depois de um dia de trabalho, de frustrações pessoais, de cansaço. A gente quer o melhor para nossos pequenos, mas nem sempre consegue fazer isso de forma delicada, como nos filmes.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Karatê Kid

Não tem quem não se lembre desse sucesso de bilheteria, né? Mesmo que em vídeo, todo mundo viu Ralph Macchio. Pois uma amiga levou o Luca para ver no cinema a versão nova e o relato que eu ouvi foi melhor do que muito bonequinho do Globo:
"Mãe, você teeeeeem de ver Karatê Kid. É muito emocionante, sabe? Até eu, mamãe, quase chorei em dois momentos: no começo e na luta final. Mãe, não deixa de ver, tem de ir..."
Fiquei curiosa! Alguém já viu?! (Aproveito para mostrar fotos de quando a família esteve na China: maio de 2006. Eu estava grávida da Diana e 100% disposta.)

Quase oito
Baby Luca está quase lá, completa oito anos de idade no dia 17. Hoje me dei conta de que ele fica tímido na hora de me dar beijo na frente dos amigos, adora dormir fora, é conhecido entre as mães como o colega mais independente e descolado da sala. O Luca é o tipo de criança que conversa bem com adulto, olha no olho, presta atenção, faz piada, é carinhoso, não se se sente pequeno. Tenho muito orgulho. Hoje, cometi uma barberagem vergonhosa e amassei o meu carro e o carro estacionado de uma outra pessoa. Deixei um bilhete com meu número no parabrisa da pobre vítima e saí arrasada. O Luca, então, me perguntou:
- Mãe, essa é a primeira vez que acontece isso com você?
- É, filho, você acredita nesse mico? Muito azar, né?
- Azar, não, mãe. Você tem é muita sorte. Isso nunca aconteceu antes!
Quase desabei e pensei: alguma coisa a gente está fazendo direito. Para completar o saudosismo e a corujice, passei quase uma hora relendo o Baby In Manhattan (Luca, na coluna de links ao lado), sobre os primeiros quatro anos do Luca, boa parte em NY. Ele é especial assim desde muito pequeno.
A foto abaixo resume um pouco daquela época. Nós preparávamos as festas de aniversário com as próprias mãos e o Luca se envolvia em cada etapa, até mesmo na tarefa de buscar os balões para enfeitar o parabéns.
LUCA, EU TE AMO DAQUI ATÉ PLUTÃO !!!!!!!!
Marcadores: aniversario, fase, Luca
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Escola
O Luca ainda anda com probleminhas na escola. Tipo assim: preguiça de pretar atenção, deveres largadinhos, sem paciência para trabalhos em dupla etc. Mas, hoje, tivemos uma reunião geral, com todos os pais, e a professora de português disse que está certa de que trata-se de uma turma de bons leitores e escritores dedicados. Eu não esperava nada tão maravilhoso! O fato é que desde que o pai de um colega trocou um e-mail com o resto do grupo, sobre a importância de a gente ensinar a ler, tenho insistido mais com Píppi Meialonga, Capitão Cueca etc. Aos poucos, o Baby deixa as ilustrações para trás e segue com páginas inteiras... só de letrinhas! Viva o incentivo à leitura. Essa responsabilidade é nossa!
domingo, 4 de julho de 2010
Weekend
O Lúcio vive me dizendo que eu nem sempre conto a verdade aqui no blog. De fato, muuuitas vezes sou uma mãe bem menos paciente e amorosa do que gostaria. Não me culpo. Sei que já faço mais do que muita mãe por aí. Então, para quem me pergunta, por que não escrevo nos dias em que a Diana me irrita ou nos dias em que o Luca me tira do sério, duas respostas vêm à minha cabeça: primeiramente esse blog é um lugar para compartilhar alegrias, pra gente recordar depois, quando as crianças tiverem seus 15, 20 anos. Só sucesso. Em segundo lugar porque a tristeza é inimiga da inspiração no meu caso. Quando estou decepcionada, ou com os filhotes, ou comigo mesma, a última coisa que quero fazer é escrever, procurar palavras, bate uma preguiça daquelas.
Hoje, definitivamente, teria sido um dia de inspiração zero, não fosse o final excelente de domingo que tive. Depois de doze horas trabalhadas no sábado, uma péssima noite de sono, ser acordada às 7h30 num domingo não me deixou, digamos, exatamente de bom humor. Eu me levantei no mode bruxa. Nem podia recomendar TV ou computador para o Luca porque o Baby está de castigo depois de tirar notas sofríveis na escola. Então, com o Lúcio no trabalho e sem babá, fiquei indo de um quarto para outro, de uma atividade para a outra, sem coragem de encarar o dia lindo que fazia no Rio.
Sim - porque mau humor e calçadão NÃO combinam! Quando a casa estava ficando pequena demais para nós três, Luca, Diana e eu fomos para a pracinha, andar de bike, jogar jabulani, tomar água de coco... e não é que foi gostoso. Di me deixou arrumá-la, está ficando vaidosa, aberta à fotografia, um orgulho. O Luca está criando uma intimidade maior com a bola, está menos tímido com crianças desconhecidas. Isso é muito bom.
Depois do almoço e da casa revirada, minha mãe me salvou e ficou com a Diana uma hora e meia para Luca e eu podermos ir ao Municipal. Sim - o Baby assistiu a quase duas horas de concerto e posso assegurar que o comportamento dele foi nota onze. Quieto na cadeira, atendo aos movimentos, embasbacado com a energia do maestro. Eu fiquei tão, mas tão feliz. Não quero filho intelectual, mas quero filho aberto a experiências, ao novo, distante de qualquer preguiça.
Por isso, depois de um péssimo começo de domingo, meu dia terminou de forma espetacular. E, abaixo, estão as imagens de que vou querer me lembrar mais tarde: momentos felizes, de descoberta no fogão (foi o primeiro brigadeiro solo do Luca) e na vida (o Baby curtiu música clássica e a Diana anda de bike sozinha). Pronto. O álbum da família vai sendo desenhado entre muitos altos e alguns baixos.
terça-feira, 18 de maio de 2010
Nota máxima
Acabei de ter um momento mágico com Baby Luca. Já na cama, eu li algumas páginas do livro infantil do Miguel Sousa Tavares, que trouxe de Lisboa. É a história de um menino que faz amizade com um peixe que fala. O barato de ler pra essa criança é que normalmente a figura embarca plenamente na história, os olhos reviram com a fantasia e com a vontade de acreditar que aquilo de fato pode acontecer. Quem sabe na fazenda do avö, nas férias de julho, hehe.
O Luca está numa fase excelente: charmoso, simpático, maduro, responsável. Não é só papo de mãe, não, juro. Hoje o moleque se superou. Chegou em casa com a quarta nota 1 seguida. Na escola dele, alemã, as notas são invertidas, de 1 a 5, sendo que a mais alta é justamente a 1. Ou seja, orgulho total. O avö deu duas dezenas de pacotes de figurinhas da Copa (que febre, meu Deus!), eu pulei literalmente de alegria, o pai permitiu uma hora a mais de Clube Penguin na internet (outro vício recente!).
Não sei até quando vai durar essa lua de mel no colégio, mas essa maré boa já serviu para massagear o ego do Baby e para mostrar que o esforço e a vontade de melhorar sempre compensam. Na vida e na escola.
quinta-feira, 4 de março de 2010
Procura-se
Aquela mãe que fui um dia: paciente, doce, espirituosa, participativa. É, pessoal, está difícil manter o sorriso e a disposição com a viagem do Lúcio a trabalho, o meu próprio excesso de trabalho, a teimosia da Diana e a preguiça do Luca. Meus filhos são lindos e apaixonantes, but sometimes they drive me crazy! Diana está numa fase de fazer o que bem quer, parece não sentir medo de nada, é determinada, só quer vestir o que gosta, decide onde vai dormir, onde vai ver DVD, o que pretende comer etc. O Luca, além de preguiçoso para ler, está terrível no dever de casa. O exercício que levaria 5 minutos tem levado meia hora. Levantar da cama, também, tem sido um martírio, assim como sair para as aulas de judö e de natação. Quem aguenta... Eu tenho que buscar força e contar as horas para o Lúcio voltar. Pela primeira vez, vou comemorar a chegada de uma segunda-feira.
terça-feira, 2 de março de 2010
Brinque-Book
Estou numa frente forte pró-leitura aqui em casa. Apesar de sempre ter gostado que alguém lesse para ele em voz alta, o Luca está me saindo um tremendo preguiçoso e muito raramente lë sozinho, por opção própria. Uma amiga mãe de trigëmeos me recomendou um livro da Brinque-Book. E agora estou fissurada nos títulos da editora, que me lembra demais a Scholastic, americana que criou Clifford e outros clássicos infantis nos EUA. (A loja do SoHo é imperdível!) Não deixem de procurar os livros na Argumento ou na Travessa, perfeitos para jovens leitores de 6 e 7 anos. Tenho investido bastante, não desisto fácil quando a meta é fazer o Luca crescer.
Um novo tempo
Parece que o pior do verão já passou. Finally. Hoje saí do trabalho e fazia 21oC no Jardim Botänico. Delícia. Difícil foi encarar dois filhos 100% acordados. Diana queria ver a coleção completa de Charlie e Lola. E Luca queria terminar o dever de alemão.
- Mãe, não precisa falar assim, exagerando nas letras...!
Detalhe: eu não falo alemão, mas tento enganar o moleque - que já não se engana mais assim tão facilmente.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Bom comportamento
Hoje, depois de um fim de semana agitado do Luca, ameacei, num tom de brincadeira:
- Luca, olha só, se você não melhorar o comportamento, vou te mandar para um colégio interno na Suíça.
- Mãe, é aquela escola onde a gente dorme e não vë os pais, né:
- Isso!
- Não tem problema, eu posso visitar o Ivan.
É que o melhor amigo está, de fato, morando em Genebra!
Já no carro, voltando para casa, disse que a Bel (folguista) levaria o Baby para a casa dela, para que a mãe desse uns conselhos de bom comportamento.
- Xi, é verdade, os avôs são legais, mas as avós são sérias!
- Sérias, Luca, como assim...
- É, mãe, a vovó Eremita não é séria - mas a vovó Regina é. Ela foi professora, então, tem um tom de professora!
Light weekend
Depois de semanas de sol e calor intenso, o Rio teve uma chuva deliciosa na quinta e na sexta. Na quinta, inclusive, estava fresquinho na Dias Ferreira, quando Lúcio e eu tentamos o Venga e acabamos felizes no Mok SakeBar. Que maravilha de comida e de sushi. (O Lúcio manda dizer que a caipira de lichia é excelente!)
Na sexta, provei a pizza do Mamma Jama (Saturnino de Brito - JB) com uma amiga de Fortaleza e ainda dei a sorte de encontrar Dani, Marcelo e Helena. Que barriga maravilhosa, meu Deus! Que a menininha venha com saúde e com os belos sorrisos de seus pais!
Sábado, sol forte de novo, praia, bicicleta, água de coco e Baixo Bebë. De quem foi mesmo a ideia de tirar as barracas perto dos brinquedos... Ai, ai, choque de ordem queimando meus miolos! Diana estava ótima, falando pelos cotovelos, como sempre. Pergunta, responde, dá opinião, comenta, canta, não fica de boca fechada. Foi assim no Zona Sul (para fazer compras para o meu aniversário na quarta-feira), na Argumento (para gastar mundos e fundos nos livros da BrinqueBook - minha nova paixão) e no almoço na casa da avó Regina (combinação top de arroz maluco e rosbife com cebola caramelada).
Tirei uma folga no fim da tarde e fui ver "Idas e vindas do amor". Bacaninha, com gente linda, roupas maravilhosas, música idem. Não se levantem da cadeira até a última frase de Julia Roberts. Sabe quando a gente tem a sensação de que o ator ou a atriz está realmente se divertindo. Pois é. O bloco Mulheres de Chico bombava no Leblon e eu me sentia numa Los Angeles com jeito de NY! Viva Anne Hathaway e Bradley Cooper!
Domingo foi meio estranho. As crianças ficaram com a babá pela manhã, eu fui comprar alguns cremes para o rosto e tomar um suco de tangerina no novo Balada Mix. (Eu sei que a reforma quebrou aquele ar romäntico de pé sujo, mas se o sabor não mudou...!) Depois do almoço, Shopping da Gávea. É precioso ter coragem. Luca jogou minigolfe, Diana curtiu a peça "Os trës porquinhos", eu tomei meu centésimo iorgurte (ou quase isso) Yoggi. Sobrevivemos.
Agora estamos acompanhando a vitória do Botafogo. Assim que se faz um torcedor. O Luca, que não gosta muito de futebol, não tira o olho da TV. E já ligou para o avô Alberico para comemorar!
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Frases
1) Diana:
- Mãe, onde você morava quando era pequena?
- Na casa da vovó e do vovô...
- Eu já estava na sua barriga?
- Não, você só veio pra minha barriga depois que a mamãe passou a namorar o papai.
- Ah, que pena, eu queria ficar na sua barriga antes, quando você ainda era criança.
- Pra gente brincar?
- É!
2) Luca:
- Mãe, não é verdade que se "fulano fizer aquilo" pode pegar "prisão perpétula"?

